E-book

Baú de um Repórter

O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.

Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Gleisi critica artigo `ser rico não é pecado´ e defende que elite brasileira pague impostos

Está no Brasil 247

A presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann (PR), foi às redes sociais neste domingo (3) criticar o artigo do presidente do Conselho da CNN Brasil, João Camargo, na Folha de S. Paulo, em que defende que “ser rico não é pecado” e que o governo não deve taxar os fundos exclusivos,  também conhecidos como fundos dos ‘super-ricos’. 

Em mensagem postada no X (antigo Twitter), Gleisi lembra que ser pobre também não é pecado e defendeu que os super-ricos somente paguem os impostos que devem à sociedade. “E esses fundos exclusivos, de um só dono, que têm de ter no mínimo $ 10 milhões, contribuem no que pra riqueza do país, a não ser do seu próprio dono?”, questiona. 

A parlamentar afirma ainda que a “agenda civilizatória” no País depende da taxação não só dos fundos exclusivos, como também das offshores e dos dividendos. “Quanto mais cresce a consciência sobre a desigualdade social e econômica no Brasil e no mundo, mais aumenta a insensibilidade dos super-ricos e seus porta-vozes. Hoje a Folha dá espaço ao dono do grupo Esfera, Joao Camargo, para dizer que eles não precisam pagar imposto, porque “ser rico não é pecado”. É sucesso!  Ser pobre também não é pecado nem tão pouco sinônimo de insucesso, mas sim resultado de diferenças econômicas abissais em nossa sociedade, da falta de oportunidades, decorrente de um modelo concentrador de renda e da insensibilidade da elite rica e ensimesmada. Por que o pobre, trabalhador, tem de pagar imposto e super rico não?

Além de pagar sobre consumo, o povo começa a pagar imposto sobre a renda a partir de $ 2.640,00. Qual é a contribuição para o Brasil dessa turma que tira dinheiro daqui pra colocar em paraísos fiscais? Investem no quê? Já não estão com o dinheiro no Brasil. E esses fundos exclusivos, de um só dono, que têm de ter no mínimo $ 10 milhões, contribuem no que pra riqueza do país, a não ser do seu próprio dono? Que conversa desajeitada e absurda! 

Não venham falar do que aconteceu na França, falsificando a história. O debate tem de ser sobre o que acontece no Brasil real, a indecente desigualdade que existe aqui mesmo, debaixo do nariz de nossas elites econômicas, que ainda pensam como se o Brasil fosse uma colônia escravagista. Agenda civilizatória no Brasil de hoje tem de incluir a taxação dos fundos exclusivos e offshores, o fim dessa excrescência dos juros sobre capital próprio e o fim da isenção dos dividendos”, postou Gleisi. 

Foto reproduzida da Internet

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *