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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Toffoli manda investigar atuação da Transparência Internacional na Lava Jato

Está no Brasil 247

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli determinou uma investigação sobre a atuação da Organização Não-Governamental (ONG) Transparência Internacional na Lava Jato, informa Daniela Lima, do g1. A investigação vai apurar se a ONG recebeu e administrou valores obtidos com multas em acordos firmados pela Lava Jato. “Para justificar a decisão, o ministro entendeu ser ‘duvidosa’ a criação e fundação de entidade privada para gerir recursos de pagamento de multa às autoridades brasileiras”, diz a reportagem. 

De acordo com a determinação do magistrado, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deverão participar das apurações.

Um executivo da Transparência Internacional afirma que a ONG “nunca recebeu, nem receberia nada” da Lava Jato. A entidade, segundo ele, realizou um estudo sobre transparência e governança na destinação dos recursos e recomendou que a força-tarefa não atuasse nesta área em relação a dinheiro obtido por meio de acordos de leniência.

Artigos publicados no Brasil 247 pelo jornalista Joaquim de Carvalho revelaram como a Transparência Internacional foi parte do projeto de poder do ex-juiz suspeito Sergio Moro e do ex-deputado cassado Deltan Dallagnol. Reportagem do portal Consultor Jurídico também aponta que a ONG receberia ganhos financeiros com as multas direcionadas à “fundação Lava Jato”, que Dallagnol tentou criar. Artigo do jornalista Marcio Chaer, editor do Conjur, também destaca como a Transparência Internacional se envolveu em grandes oportunidades comerciais, que foram abertas após empresas brasileiras serem atingidas pela Lava Jato. Ao que tudo indica, portanto, os relatórios da ONG atendem mais aos seus interesses econômicos do que ao combate à corrupção.

Foto reproduzida da Internet

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