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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
Um rascunho do documento do comunicado final da cúpula do G7 não tem menção ao direito ao aborto legal e seguro, de acordo com a agência de notícias Reuters.
Os líderes dos países do G7 estão reunidos para seu encontro anual na Itália, e uma controvérsia sobre a inclusão de uma frase sobre o direito ao aborto legal e seguro no documento final do encontro dos líderes dos países causou uma racha entre a primeira-ministra italiana de extrema direita, Giorgia Meloni, e os representantes dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha e França.
Segundo o rascunho visto pela Reuters, a declaração do G7 manteve compromissos com “o acesso universal a serviços de saúde adequados, acessíveis e de qualidade para as mulheres”, que os líderes assumiram no encontro do ano passado, em Hiroshima, no Japão.
No entanto, foi removida a referência específica no comunicado de 2023 sobre a importância de “acesso a aborto seguro e legal e cuidados pós-aborto”.
A Itália, que detém a presidência rotativa do G7, disse que não havia necessidade de repetir a linguagem porque eles haviam reiterado especificamente seu compromisso de Hiroshima.
Diplomatas disseram que França e Canadá tentaram fortalecer a linguagem sobre os direitos ao aborto, mas não conseguiram convencer os italianos.
A primeira-ministra italiana, contrária ao direito ao aborto, contou em uma biografia que, quando a própria mãe estava grávida dela, quase interrompeu a gravidez.
Em abril, o governo italiano deu permissão para que grupos antiaborto tentem convencer mulheres a não abortar dentro das clínicas especializadas no procedimento.
Indiretas nas entrevistas
Macron, da França, falou a jornalistas sobre o tema. Ele disse que na França há igualdade entre homens e mulheres, mas que essa “não é uma visão compartilhada por todos no espectro político”.
Em entrevista a jornalistas, Meloni respondeu sem citar o nome do presidente francês. Ela falou que “é profundamente errado, em tempos difíceis como esses, fazer campanha (para eleições) usando um fórum importante como o G7” —foi uma insinuação sobre Macron, que no último dia 9 de junho convocou eleições legislativas para a França nos dias 30 de junho e 7 de julho.
O texto do documento final faz críticas à China por práticas protecionistas de comércio.
No documento, afirmam que o G7 não pretende prejudicar a China ou impedir o desenvolvimento econômico do país, mas proteger os negócios dos países membros do grupo contra práticas injustas e tornar as regras do jogo iguais para todos.
Foto reproduzida da Internet
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