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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

STF terá presença de 501 jornalistas e reforço na segurança para julgamento da trama golpista, que começa na terça

Está no g1

O Supremo Tribunal Federal (STF) informou que receberá 501 jornalistas, de diversos veículos de imprensa, para acompanhar o julgamento da trama golpista, a ser iniciado na próxima terça-feira (2).

O julgamento será um dos principais temas do país pelas próximas semanas, e vem gerando interesse crescente mesmo antes de começar, com reflexos na política, no governo e nas relações internacionais do Brasil.

O ex-presidente Jair Bolsonaro e sete de seus ex-auxiliares são réus por — segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR) — terem formado uma organização criminosa que tentou mantê-lo no poder e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Além dos profissionais de imprensa, o STF recebeu pedidos de 3.357 pessoas do público para acompanhar alguma das sessões do julgamento. São previstas sessões nos dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro, quando sairão as sentenças.

O público será acomodado no plenário da Segunda Turma do Supremo, onde foram disponibilizados 150 lugares para esses inscritos.

O julgamento, por sua vez, será realizado na sala da Primeira Turma, onde haverá 80 cadeiras disponíveis para os jornalistas por ordem de chegada.

Os ministros que compõem a Primeira Turma são: Alexandre de Moraes (relator), Cristiano Zanin (presidente), Cármen Lúcia, Flávio Dino e Luiz Fux.

Na fase de interrogatório, ocorrida em junho, os réus negaram qualquer ação golpista ou com objetivo de impedir a posse do presidente Lula. Afirmaram que não houve movimentação concreta para um golpe de Estado e que a denúncia da PGR é injusta.

Reforço na segurança

O STF também terá reforço na segurança desde o início da semana. Além do julgamento, outro evento considerado fonte de tensão é o dia de 7 de setembro, feriado da Independência do Brasil, que cai no domingo.

Por motivos de estratégia, nem o STF, nem a polícia detalham quantos agentes foram destacados. Mas o tribunal afirma que será um policiamento ostensivo.

Na segunda (1º), a Polícia Militar do Distrito Federal vai fechar a praça dos Três Poderes, onde ficam, além do STF, o Congresso e o Palácio do Planalto.

Na terça, primeiro dia do julgamento, haverá presença da tropa de choque da PM, do Bope e do Comando de Operações Táticas. Será feita nas imediações uma varredura com os cachorros treinados da polícia.

Além de policiais militares, a segurança será feita também com policiais judiciais, de tribunais de Brasília e também de outros estados.

O STF informou que manterá contato direto com a Secretaria de Segurança do DF e que os acessos ao prédio só serão permitidos após inspeção com detector de metais.

Clima político

Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por, segundo Moraes, tentar coagir os ministros e instituições responsáveis pelo processo, ainda não informou se vai comparecer presencialmente ao julgamento.

Seu principal adversário político, o presidente Lula, afirmou nesta semana que o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Bolsonaro, comete traição à pátria ao estimular, nos Estados Unidos, retaliações do governo daquele país ao Brasil em razão do julgamento.

O presidente norte-americano, Donald Trump, quando anunciou um tarifaço de 50% a produtos brasileiros, ligou essa decisão ao julgamento de Bolsonaro que, segundo Trump, é uma “caça às bruxas”. Trump é aliado de Bolsonaro.

Além do tarifaço, o governo dos EUA aplicou sanções ao ministro Moraes e a outros integrantes da Corte.

Lula tem dito que o Brasil não negocia sua soberania.

Nesta quinta, a revista The Economist, uma das mais influentes do mundo, apresentou na manchete uma reportagem que diz que o Brasil, ao julgar a tentativa de golpe, está dando uma lição aos Estados Unidos.

A capa faz uma montagem de Jair Bolsonaro com a mesma vestimenta de um dos manifestantes que, em 6 de janeiro de 2020, invadiram o Congresso dos EUA para impedir a posse de Joe Biden, que sucedeu Trump no poder.

Foto reproduzida da Internet

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