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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no Brasil 247
O senador Jaques Wagner (PT-BA) deve solicitar entre esta segunda-feira e terça-feira licença do cargo de líder do governo no Senado, função que exerce desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação foi publicada pelo jornalista Lauro Jardim, em reportagem do jornal O Globo.
A expectativa, segundo a publicação, é que o afastamento ocorra após o agravamento da crise política provocada pelas recentes revelações relacionadas à operação da Polícia Federal que teve Wagner como principal alvo de medidas de busca e apreensão. O caso elevou a pressão sobre a permanência do senador em uma das posições mais estratégicas da articulação política do governo no Congresso Nacional.
Até recentemente, Jaques Wagner vinha sinalizando que pretendia permanecer no cargo. Em declarações anteriores, o senador afirmou que continuaria “na liderança até que o presidente peça que eu me retire” e que considerava “muito difícil” uma eventual decisão de Lula para removê-lo da função.
No entanto, de acordo com informações obtidas por O Globo, a avaliação predominante dentro da cúpula do Partido dos Trabalhadores é que a permanência do parlamentar se tornou politicamente inviável diante da repercussão do caso. O entendimento é que a continuidade de Wagner na liderança poderia ampliar o desgaste do governo federal em um momento de intensa disputa política.
Ainda segundo a reportagem, dirigentes petistas teriam convencido o senador, durante o último fim de semana, de que o melhor caminho seria o afastamento temporário da função. A estratégia em discussão prevê que Wagner peça licença do cargo para concentrar esforços em sua defesa e buscar comprovar sua inocência sem associar o episódio à atuação do governo no Senado.
A liderança do governo na Casa é considerada uma posição-chave para a articulação política do Palácio do Planalto, responsável pela interlocução com os senadores e pela condução de pautas de interesse do Executivo. Com a saída temporária de Wagner, o governo deverá discutir a definição de um substituto para exercer a função durante o período de afastamento.
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