O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
A Polícia Federal (PF) vai concluir em meados de agosto o inquérito das fraudes bancárias do Banco Master, realizadas para tentar salvar a instituição financeira e vendê-la para o Banco de Brasília (BRB), segundo Valdo Cruz, do G1.
Ao término dos trabalhos investigativos, o dono do banco, Daniel Vorcaro, preso na Papudinha, deverá ser indiciado pela prática de fraudes bancárias. O inquérito em questão conclui a investigação inicial sobre a instituição financeira e deve incluir a responsabilização de políticos que atuavam em defesa da empresa de Vorcaro.
Entre os nomes que podem figurar no relatório da PF está o do presidente do PP, o senador Ciro Nogueira (PI). As autoridades avaliam sua inclusão pelo fato de ele ter apresentado uma emenda para aumentar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão o valor coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em casos de calote.
Operações fraudulentas, propina e rombo bilionário
O inquérito detalha operações centrais do esquema, como a venda de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito fraudulentas do Banco Master para o BRB, transação feita com o uso da empresa Tirreno. Além disso, a investigação engloba o prejuízo provocado ao Fundo Garantidor de Crédito, estimado na casa dos R$ 50 bilhões.
Para atrair clientes, a instituição financeira de Daniel Vorcaro vendia CDBs oferecendo taxas de retorno irreais, garantindo a captação sob a promessa da cobertura de R$ 250 mil oferecida pelo FGC em eventual inadimplência. Contudo, no dia em que foi decretada a liquidação do Master, a instituição dispunha de apenas R$ 4 milhões em caixa, enquanto acumulava compromissos a pagar superiores a R$ 100 milhões.
A Polícia Federal também apurou que o Master recorria a uma rede de fundos — que na época não passavam pela fiscalização do Banco Central — para inflar artificialmente seus ativos e mascarar o tamanho do seu patrimônio. Essa manobra contábil visava afastar o risco de liquidação e viabilizar a negociação de venda do banco ao BRB.
Pressão política e outros desdobramentos
Apesar das fortes pressões promovidas por líderes do centrão, o Banco Central optou por não aprovar a venda da instituição ao BRB e decretou a liquidação do banco do empresário. Diante da gravidade dos fatos, Vorcaro buscou fechar um acordo de delação premiada em duas ocasiões, mas as propostas foram recusadas tanto pela Polícia Federal quanto pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
A apuração sobre as fraudes gerou frentes paralelas de investigação. Entre os desdobramentos ainda em andamento pela PF estão a apuração sobre a contratação de influenciadores digitais e jornalistas para atacar a autoridade do Banco Central e os adversários de Daniel Vorcaro, além da apuração das suspeitas de pagamento de propina ao ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, com o objetivo de facilitar a aquisição das carteiras de crédito falsas.
Foto reproduzida da Internet
Deixe uma resposta