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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Os baixos salários dos jornalistas do Rio Grande do Norte teve repercussão nacional na última quinta-feira (2), quando da saída do ” Burro Elétrico”, bloco formado principalmente por profissionais da comunicação – jornalistas e publicitários – na abertura do Carnatal – carnaval fora de época que acontece em dezembro na capital potiguar.
O Portal EGO, do G1 diz:
Com uma faixa esticada de uma ponta a outra do corredor da folia, os jornalistas que brincaram na primeira noite de Carnatal, aproveitaram a visibilidade do evento para chamar a atenção de empresários e da população.
O sindicato da categoria desenvolve uma campanha criticando os baixos salários pagos aos profissionais da área no Rio Grande do Norte, e para reforçar esta luta utilizou os holofotes do principal evento do calendário natalense.
Com o slogan “Salário de jornalista no RN: uma vergonha!”, a imprensa potiguar reclama uma remuneração mais digna e condizente com o serviço prestado pela categoria, e não os R$ 980 propostos pelos empresários.
Análise da Notícia
É realmente vergonhoso os salários dos jornalistas do Rio Grande do Norte, considerados os mais baixos do país. O blog apóia à luta do Sindicato por melhores e mais justos salários. Os empresários do setor da comunicação no estado, alguns deles jornalistas, precisam valorizar a mão-de-obra especializada. Querer fazer jornal, rádio e televisão a custa do suor dos profissionais de imprensa pagando míseros salários é exploração. Está na hora dos senhores empresários-jornalistas reavaliarem seus conceitos quanto aos salários pagos aos colegas, se é que se pode chamar patrão de colega. É como diz o jornalista Mino Carta: “patrão não é colega”. E ele tem razão. Fosse assim tratava de melhorar os salários dos jornalistas que trabalham em suas empresas.
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