O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
IstoÉ
O risco Severino
Diante da insatisfação dos deputados da base do governo com o Ministério da presidente Dilma Rousseff, um fantasma ronda a eleição para a presidência da Câmara, marcada para o início de fevereiro. Trata-se do risco de surgir uma terceira força aproveitando o racha dos partidos governistas. Foi assim que o folclórico Severino Cavalcanti acabou eleito presidente da Casa em 2005 e dois anos depois, ao receber mensalinho de um empresário, jogou o Congresso em uma de suas piores crises da década. Com a crescente legião de parlamentares irritados com a hegemonia do PT de São Paulo, que já levou a melhor fatia do Ministério de Dilma, o episódio pode se repetir. Na disputa estão seis parlamentares, mas a lista pode subir, dependendo das negociações que ocorrerão.
A divisão do PT já fez uma vítima. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), depois de criticar o movimento sindical, foi alijado como candidato governista à presidência da Casa. Vaccarezza se sentiu traído pelos deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP), Ricardo Berzoini (PT-SP) e Henrique Fontana (PT-RS), que decidiram apoiar o vice-presidente Marco Maia (PT-RS), presidente em exercício da Câmara. Maia recebeu sinal verde de Dilma. “Marco, eu estou plenamente atendida com sua eleição”, disse Dilma ao parlamentar, no dia de sua diplomação. Apesar do apoio da presidente eleita, ele não terá vida fácil. “Hoje existe insatisfação no PT e no PMDB com as decisões de cúpula e isso acaba criando raízes nos outros partidos da base”, diz o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), outro candidato à presidência da Câmara.
Época
Uma década essencial
Em novembro de 2010, a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) divulgaram um importante estudo sobre a demanda global por produtos agrícolas nos próximos dez anos. Segundo a pesquisa, a oferta de alimentos terá de crescer 20%, principalmente para atender ao crescimento da população e da renda per capita nos países emergentes. A ampliação da oferta deverá vir de várias regiões. A União Europeia contribuirá com crescimento de 4%; a Austrália, com 7%; Estados Unidos e Canadá, com um máximo de 15%; e Rússia, China, Índia e Ucrânia com algo em torno de 27%. A maior contribuição deverá vir do Brasil, com 40% de aumento na produção. Não se trata de uma estimativa feita por brasileiros. É uma previsão de organismos multilaterais respeitados em todo o planeta.
CartaCapital
Por Fausto Martin de Sanctis
O tema corrupção ainda provoca muito alarde, um indicativo de que não é entendido como parte das “regras do jogo” ou da “manutenção de governabilidade” ou “em política quase tudo é permitido” ou, finalmente, como algo do senso comum, que “sempre foi e é assim”.
Trata-se de questão que está a exigir soluções. Para tanto, sugere um campo de compreensão social que deve se iniciar no indivíduo. Requer a adoção de uma forma de agir que nasça no âmbito de ação de cada um de molde a refletir-se no tecido social como um todo, inclusive no campo político-social. Algo a ser defendido contra a apropriação privada tendo por base o bem comum.
Veja
Assange acha que será morto se for preso nos EUA
O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que está em liberdade condicional no Reino Unido enquanto aguarda por seu processo de extradição à Suécia, acredita ser “politicamente impossível” que Londres o entregue aos Estados Unidos, onde, afirma, há uma “grande possibilidade” de ser assassinado.
O ativista australiano não descarta que as autoridades americanas solicitem sua extradição para ser submetido a um processo legal sob a acusação de espionagem, devido ao vazamento de milhares de documentos secretos da diplomacia americana por parte do site WikiLeaks. “É uma questão política. Podemos presumir que haja uma tentativa de influir na opinião política do Reino Unido”, disse. “Legalmente, o Reino Unido tem o direito de não extraditar por crimes políticos. A espionagem é um caso clássico de crime político”.
Ele acredita que, se for extraditado aos EUA, há uma “grande possibilidade” de ser assassinado ao estilo “Jack Ruby”, em referência ao homem que matou Lee Harvey Oswald antes que este pudesse ser julgado pelo assassinato do presidente americano John F. Kennedy em 1963.
Assange está vivendo na mansão de um amigo em Suffolk, no leste da Inglaterra, sob estritas condições de liberdade condicional impostas pela Justiça britânica, enquanto continua o processo que delibera sobre sua extradição à Suécia, onde é acusado de crimes sexuais por duas mulheres. A próxima audiência do processo de extradição de Assange à Suécia está prevista para 11 de janeiro no tribunal de Westminster, em Londres.
(Com agência EFE)
Deixe uma resposta