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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A política é mesmo uma coisa engraçada
Em entrevista ao Jornal de Hoje a ex-governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria, criticou a atual governadora do estado, Rosalba Cairlini, por não ter projetos e que apenas dá sequência às obras que ela (Wilma) iniciou, para os quais já estavam assegurados recursos.
Esquece Wilma de Faria de que quando assumiu o governo pela primeira vez também agiu da mesma forma. Prova maior foi o Programa de Adutoras, obra maior de seu antecessor Garibaldi Alves Filho, que a socialista quando deixou o governo se vangloriava de ter construído mais algumas adutoras. Detalhe: Quando Wilma assumiu o governo, da mesma forma que Rosalba agora, algumas obras deixadas por Garibaldi já estavam também com recursos assegurados pelo governo federal.
Outra: Wilma precisa entender que obras estruturantes não pertencem a governos A nem B. São obras do estado e que, portanto, todo governante sério deve dar continuidade. Não estou aqui dando uma de advogado de Rosalba Ciarlini, apenas fazendo uma cosntatação. Oposição não se faz criticando governos pelo fato de está realizando obras deixadas por seus antecessores. Ao contrário, isso deveria ser motivo de elogios, afinal de contas é dinheiro público em jogo.
Sobre a declaração de Wilma de que Rosalba usurpa suas obras, a socialista não é a pessoa mais indicada pra falar sobre isso. Quando no governo, Wilma se utilizou desse artifício. Exemplo emblemático foram os restaurantes populares criados no final do governo Fernando Freire que o governo Wilma tomou pra si mudando apenas o nome para “Barriga Cheia”, sem falar nas obras federais que Wilma também usurpou.
Portanto, criticar é muito cômodo principalmente quando se está na oposição. O fato é que faltou embasamento de Wilma de Faria para fazer tais críticas a Rosalba Ciarlini. Antes ela tivesse ficado calada. Se fosse o contrário, ou seja, Rosalba não tivesse dado continuidade as obras deixadas por seus antecessores – aí falo de Wilma de Faria e de Iberê Ferreira de Souza -, aí sim, a socialista teria total razão de criticar o atual governo.
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