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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
É preciso quebrar o silêncio do bullying
Uma manifestação realizada na tarde deste sábado (27), em São Paulo, marcou o lançamento de uma campanha nacional contra o bullying e a violência infantil. A manifestação é parte da mobilização “Quebrando o Silêncio”, criada pelos Adventistas do Sétimo Dia e que há dez anos luta contra a violência à mulher, ao idoso e à criança.
Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo.
Pois muito bem: A notícia merece ser destacada por quanto se tem falado muito no assunto nos últimos tempos. Vira e mexe se vê reportagens na televisão destacando o tema. Parece que as pessoas, de um modo geral, estão ficando mais atentas para casos de bullying que acontecem principalmente nas escolas.
Ainda na última terça-feira um caso foi registrado em Natal, mais específicamente no Colégio Marista. Diz-se que um jovem de 15 anos tentou suicídio devido a bullying. Ainda bem que o pior não aconteceu. O jovem sofreu fratura em um dos braços, um corte no queixo e escoriações pelo corpo devido a queda do segundo andar do colégio.
Mas o fato é que casos dessa natureza têm ocorrido comumente. No caso das escolas pais de alunos reclamam pelo fato das direções não tomarem providências. Lamentável que ocorra isso.
Certamente os cifrões nas escolas da rede particular, levam a que as direções dos estabelecimentos de ensino façam vista grossa com medo de perder alunos em função de chamar a atenção filhos abastardos.
Tenho informações de que professores em alguns colégios particulares de Natal estão preferido pedir demissão do que ser desmoralizados por alunos. E por que isso? Porque as direções destes colégios preferem passar a mão na cabeça desses delinquentes juvenis. Talvez seja o caso de bullying praticado nestes estabelecimentos. Os professores chamam a atenção, mas as direções dos estabelecimentos de ensino ignoram.
Ainda com relação ao Marista, recebi e-mail de uma mãe dizendo que na 9ª Série existem pelo menos quatro jovens que costumam praticar o bullying, confirmado por outras mães que também me enviaram e-mail.
Acho ter chegado a hora de se pôr um fim nisso, sob pena de outros jovens virem a tentar suicídio. A campanha iniciada em São Paulo é nacional. Espera-se que em Natal ela tome corpo, pois que o assunto merece atenção especial de pais e sobretudo das direções de escolas, não só da rede particular, mas também da rede pública, pois o bullying não faz distinção de classe e nem de raça. A conferir!
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