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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
E o legado da Copa, hein?
O deputado estadual Fernando Mineiro (PT) tem razão quando vez ou outra fala que a Copa 2014, do jeito que a coisa tá, não deixará nenhum legado para Natal. E por que ele diz isso? Porque não se vê concretamente nada, absolutamente nada, que se traduza em obras de mobilidade urbana para a capital potiguar faltando pouco mais de dois anos para a Copa. A Arena das Dunas, com todo o atraso – espera-se, deverá sair. Mas as obras de mobilidade urbana a cargo da gestão Micarla de Sousa neca de pitibiriba.
O fato é que com ou sem as ditas obras de mobilidade urbana – o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) por exemplo, que tanto se falou e não se terá – a capital potiguar deverá ser uma das 12 sedes da Copa 2014. Digo deverá porque a Fifa já alertou sobre o atraso das obras, embora o governo negue com a corroboração do ministro do Esporte, Aldo Rabelo, que esteve no início da semana em Natal para reafirmar à governadora Rosalba Ciarlini e a prefeita Micarla de Sousa sua “confiança” nas obras da Copa. Dizer o quê?
Ora,ora,ora! Todos sabemos que existem problemas de ordem cronológica principalmente com relação as obras de mobilidade urbana. Isso se traduz em que não ficando prontas a tempo, Natal verdadeiramente não terá nenhum legado da Copa, a não ser um grande “elefante branco”, que é o estádio Arena das Dunas que certamente servirá para shows de música Gospel. Prova maior disso é a preocupação de representantes da construtora OAS, que faz parte do consórcio encarregado das obras da Arena, que procuraram dirigentes do América. Detalhe: O América tenciona construir o seu próprio campo de futebol. Isso é um fato confirmado pelo ex-dirigente do clube deputado Hermano Morais.
É hora da imprensa e da sociedade começar a cobrar da prefeita Micarla de Sousa ações efetivas que possam viabilizar realmente as tais obras de mobilidade urbana. Que a alcaide saia da retórica do discurso que sua “Gestão de Mídia” costuma fazer. E mais: lembro que logo que Natal foi indicada uma das 12 cidades sedes do Mundial de Futebol, falou-se também na expansão do Porto de Natal para receber transatlânticos que aqui aportariam trazendo turistas para os jogos da Copa. Ocorre que dias atrás o governo federal retirou o projeto de ampliação do Porto do Plano Plurianual. Outro problema a ser administrado, certamente.
O fato é que Natal está passiva de ficar sem as obras de mobilidade urbana ou quando muito um viaduto aqui outro acolá, um alargamento de avenida, enfim, obras paliativas que não vão significar muito. Bom que se diga que as obras de mobilidade urbana só resolveriam também se atingissem toda a Grande Natal, incluindo aí Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz. Do contrário vamos ficar a ver navios. Ou melhor, navios não que de certo não vamos receber os famosos transatlânticos. Digamos que vamos ficar a ver aviões no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante. Se é que ele fica totalmente pronto a tempo da Copa 2014. A conferir!
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