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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

A propósito, sobre a posição da ministra Eliana Calmon

O blog fez uma enquete sobre o escândalo envolvendo dois desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte – Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro – , acusados de pactuar desvio de dinheiro de precatórios, enquanto presidentes da Corte, e constatou que para 96% dos leitores, os togados têm mesmo culpa no cartório. O que se conclui que isso é um reflexo do pensamento da sociedade, pois que nunca na história do TJRN se ouviu falar em tamanho escândalo. Apenas 3% consideraram que a ex-serventuária de Justiça Carla Ubarana, pivô do escândalo, ao delatar os desembargadores estava blefando, e 1% achou que Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro não são culpados.

A proposta para a abertura de Processo Administrativo Disciplinar, já protocolado como posição da Corregedoria, bem como a proposta de afastamento para que os desembargadores tenham tranquilidade de apresentar suas defesas, preservando o próprio Tribunal, conforme ressaltou a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, sinaliza que as investigações sobre o rumoroso caso já estão bem avançadas.

A sociedade agora quer ver os resultados. As luzes da imprensa potiguar sobre a Justiça, sobretudo e no caso o Poder Judiciário do Rio Grande do Norte, contribuíram sobremaneira para que o Caso dos Precatórios tivesse visibilidade nacional. Um pouco tardio, é verdade, mas com tudo que tem direito, inclusive com o vídeo do depoimento em juizo de Carla Ubarana onde ela conta em detalhes como o esquema de desvio de recursos de precatórios funcionava dentro do TJRN.

Pelo o que disse a ministra Eliana Calmon em Natal, os togados denunciados no escândalo dos precatórios não ficarão impunes se ficar provado a participação deles. E é exatamente isso que a sociedade cobra. Nada mais oportuno neste momento do que usar o bordão que costumeiramente uso ao final dos meus comentários. A conferir!

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