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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Wilma é candidata ou não? A pergunta que não quer calar!

Posso está errado, mas continuo a afirmar que a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) não será candidata novamente a prefeita de Natal. Os últimos acontecimentos só levam a reafirmar o meu pensamento. Primeiro foi o anúncio dias atrás do ex-secretário e ex-líder do governo socialista, presidente estadual do PPS, ex-deputado Wober Júnior que anunciou oficialmente o apoio à candidatura a prefeito de Natal do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT). Depois o anúncio do PCdoB de apoio a mesma candidatura que deverá ser oficializado hoje. E agora a informação de que Genildo Pereira, secretário-geral do PSB no Rio Grande do Norte e ex-auxiliar do governo Wilma de Faria vai atuar diretamente na retaguarda organizacional do PSB em Mossoró, dentro da campanha à prefeitura da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

Não só isso: O presidente nacional do PSB, governador de Pernambuco Eduardo Campos, “briga” pelo o apoio dos petistas à candidatura de Larissa Rosado à prefeita de Mossoró. Se o apoio dos petistas é tão importante para Campos à Larissa Rosado, significa dizer que uma suposta candidatura de Wilma à sucessão municipal na capital potiguar não está nos planos do PSB nacional. Do contrário, Eduardo Campos lutaria para que o deputado Fernando Mineiro (PT), candidato declarado a prefeito de Natal, desistisse de sua candidatura em apoio à Wilma de Faria.

Todos estes fatores somados e mais a delicada situação de Wilma no momento, ré na Operação Sinal Fechado – esquema de corrupção no Detran ocorrido em seu governo – levam a crer que a “guerreira” vai trabalhar no seu projeto maior que é o de chegar ao Senado nas eleições de 2014. E para isso, o melhor caminho a percorrer é apoiar a candidatura dos aliados. No caso do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Alves, pré-candidato a sucessão de Micarla de Souza (PV) e Larissa Rosado. E, claro, outras candidaturas do PSB e de partidos aliados no interior do estado.

O silêncio de Wilma de Faria é sintomático diante do quadro que está se apresentando. Pesquisas recentes de opinião pública retratam que embora figure em segundo lugar, com  uma grande distância do primeiro colocado – Carlos Eduardo Alves – a ex-governadora sofre um índice de rejeição muito grande, perdendo apenas para a prefeita Micarla de Sousa.

Outros fatores preponderantes numa candidatura majoritária são as alianças partidárias, até pelo fator tempo nos programas eleitorais, e um grupo político e econômico forte que possa lhe dar sustentação financeira. Por enquanto Wilma não tem nenhum nem outro. Mas como política é como uma nuvem -você olha e ela está de um jeito e olha de novo e ela já mudou. -, segundo o saudoso Magalhães Pinto, político mineiro que sabia das coisas, Wilma, como “guerreira” pode desafiar os “deuses” da política e ir pra guerra. Com um detalhe, apenas: Se for à luta e perder estará aniquilada políticamente, pois que seria sua segunda derrota consecutiva. A conferir!

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