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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Atenções voltadas para Judas e Carlos Alves

A semana começa com as atenções voltadas para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que deve julgar nesta segunda-feira os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro, denunciados pela ex-serventuária da Justiça do Rio Grande do Norte Carla Ubarana, por participarem de desvio de dinheiro de precatórios quando presidentes da Corte, o que ficou conhecido como “Operação Judas”, e para o julgamento das contas do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), ou Carlos Alves, como assim o chama o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), referentes ao período de 2008, pela Câmara Municipal de Natal.

No caso dos togados, a se confirmar as delações de Carla Ubarana e as informações relatadas na sindicância interna realizada no TJRN, é certo dizer que tanto Osvaldo Cruz quanto Rafael Godeiro deverão ter decretadas aposentadorias compulsórias, com ou sem punições. O fato é que eles devem mesmo permanecer afastados das atividades forenses. No caso do ex-alcaide – que concorre outra vez ao cargo – difícil dizer qual será o resultado da votação, porquanto nos últimos dias acirrou-se os ânimos em decorrência de declarações draconianas dele – Carlos Alves – contra o relator da matéria, vereador Enildo Alves (DEM) e até alguns edis, envolvendo também outro candidato a prefeito, o deputado Rogério Marinho.

Enildo, aliás, já antecipou o resultado do seu relatório que irá à Plenário na terça-feira (22). Disse o vereador na imprensa e no seu microblog (twitter):

– Há questões de danos e irregularidades insanáveis (ao patrimônio). Meu parecer será contrário à aprovação das contas do ex-prefeito.

Ressalte-se, a bem da verdade, que o TCE (Tribunal de Contas do Estado) aprovou as contas de Carlos Eduardo Alves relativas a 2008 com ressalvas.

O fato é que o pleito municipal deste ano na capital potiguar pode ser judicializado em função de que, se o pedetista for derrotado na Câmara – são precisos 2/4, ou seja, 14 vereadores dos 21 que compõem à Casa para derrotar Carlos votando favoráveis ao parecer do relator – o pedetista certamente recorrerá à Justiça para não se tornar inelegível ou um ficha-suja, melhor dizendo. Já há inclusive jurisprudência sobre o assunto.

Portanto, a expectativa é grande com relação as duas votações: A do CNJ, com relação aos togados denunciados na Operação Judas, e a das contas de 2008 da administração do  ex-prefeito Carlos Eduardo Alves.

É bom não deixar faltar Lexotan no criado mudo nas noites de domingo e de segunda-feira. A conferir!

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