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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Treino é treino e jogo é jogo

Às vésperas de uma nova rodada de pesquisa Sinduscon/Consult sobre intenção de voto para prefeito em Natal, volto a dizer o que já disse em outras ocasiões: Pesquisa antes de uma eleição é como jogo de futebol onde treino é treino e jogo é jogo.

Ainda ontem, o sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, fazia uma análise em artigo publicado no Blog do Noblat, e republicado aqui neste espaço, sobre as eleições em São Paulo, o que aplica-se também, a meu ver, perfeitamente à Natal. Dizia ele o seguinte:

Nas capitais, o engajamento – dos eleitores – costuma ser pequeno e tardio, o que leva a que, até perto do dia da votação, a indecisão permaneça elevada. A informação a respeito dos candidatos só aumenta no final, depois que começa a propaganda eleitoral na televisão e no rádio.

Isso se reflete nas pesquisas. Como as que estão sendo feitas para as eleições deste ano.

De norte a sul, quem lidera são, tipicamente, políticos conhecidos: ex-governadores, ex-prefeitos (e alguns dos atuais que buscam a reeleição), radialistas, comunicadores.

Desses, há os que são apenas “bons de largada” – candidatos que despontam nas primeiras pesquisas, mas que não conseguem se consolidar à medida que o processo eleitoral avança. Falta-lhes condição “de chegada”.

Estar na frente, agora, nem sempre significa favoritismo efetivo.

Pois muito bem: antes que alguém possa questionar o que Marcos Coimbra afirma, colocando que Carlos Eduardo Alves vem liderando todas as pesquisas com uma folgada margem de distância sobre os demais prováveis concorrentes à sucessão municipal, reafirmo o que o sociólogo disse:

De norte a sul, quem lidera são, tipicamente, políticos conhecidos: ex-governadores, ex-prefeitos.

Isso é natural principalmente quando a indagação é feita na estimulada, ou seja, onde o pesquisador apresenta o nome dos possíveis candidatos. Aí é que entra a questão dos nomes mais conhecidos.

O fato é que, e aí repito mais uma vez, o eleitor só tomará mesmo conhecimento da campanha quando os candidatos forem oficializados em convenções e o programa eleitoral no rádio e na TV tiver início. Até lá o quadro, e aí falo da capital do Rio Grande do Norte, permanecerá o mesmo. Se houver alterações estas serão poucas. A conferir!

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