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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Vai haver reajuste de impostos, senhor candidato? Quem ousa responder?
Não é de hoje que quando se fala em aumentar impostos a “dor” aumenta no boço do brasileiro. A Inconfidência Mineira foi um dos mais importantes movimentos sociais da história do Brasil. Significou a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português no período colonial. Ocorreu em Minas Gerais no ano de 1789, em pleno ciclo do ouro. No final do século XVIII, o Brasil ainda era colônia de Portugal e sofria com os abusos políticos e com a cobrança de altas taxas e impostos.
Pois muito bem: A ASAN (Associação dos Auditores do Tesouro Municipal de Natal) colocou o assunto na mesa para os candidatos a prefeito de Natal, promovendo um encontro para levar ao conhecimento dos prefeitáveis a necessidade do aumento na arrecadação dos tributos municipais, como forma de garantir a recuperação da capacidade de investimentos do município.
De acordo com a ASAN, a arrecadação de impostos (ISS, IPTU e ITIV) atualmente é de R$ 172 milhões/ano, sendo necessário mais R$ 50 milhões para Natal garantir a capacidade de investimento. Ausência sentida no encontro do candidato Carlos Eduardo Alves (PDT), que lidera as pesquisas de intenção de voto.
É certo dizer que o tema da reunião, ou melhor, a revelação dos auditores fiscais aos candidatos a prefeito da capital dos Reis Magos deve ter deixado-os preocupado, pois que aquele que vier a se eleger terá que, necessariamente, mexer numa caixa de maribondo, que é, já em seu primeiro ano de governo, ter que reajustar os impostos, se quiser fazer alguma coisa.
E não adianta tentar iludir o eleitor, posto que o que foi colocado pela ASAN não será mais nenhuma novidade para quem assumir a prefeitura de Natal no dia 1º de janeiro. Prometer no programa eleitoral que vai fazer isso e aquilo sem dinheiro em caixa é enganar o eleitor. E para ter recursos para obras terá que aumentar os impostos, sendo necessário mais R$ 50 milhões ao que já vem sendo arrecadado, conforme a ASAN.
Acho até que é um tema que deve ser levado ao próximo debate. Uma pergunta que deve ser feita a todos os seis candidatos que disputam a sucessão municipal:
– Vai haver reajuste do IPTU, do ISS e do ITIV, senhor candidato, pois que os auditores fiscais do município já alertaram para a necessidade de arrecadar mais R$ 50 milhões na arrecadação anual?
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