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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Pesquisa não se discute se analisa
Pesquisa de intenção de voto não se discute se analisa. E neste universo tem pra todos os gostos. Longe de mim questionar qualquer instituto de pesquisa sobre a sua idoneidade, até porque as pesquisas são realizadas em momentos distintos e com metodologias diferenciadas.
Os apaixonados pela política veem as pesquisas como coisas sólidas, já concretizadas, esquecendo que números são coisas abstratas e que no caso das avaliações eleitorais retratam apenas o momento. Uma hora é assim outra hora é assado.
O vislumbre com os números muitas vezes acirra as campanhas, através dos militantes e refletindo nos candidatos. Nestes meus trinta anos de repórter já vi candidato perder eleição em disputas muitas vezes folgadas do ponto de vista das pesquisas. Já vi candidato ir dormir prefeito e acordar novamente deputado. Isto porque liderava as pesquisas e acabou decepcionado quando abertas as urnas. Muitas são as situações que as pesquisas nos pregam.
Em Natal, por exemplo, a campanha que estava morna começou a acirrar-se nas últimas semanas e agora com o afloramento das pesquisas é que ela tende mesmo a esquentar. Isso leva a que as pesquisas sejam colocadas em xeque-mate. Pesquisa tem que agradar ao freguês, se não agradar é taxada de manipulada.
O certo é que a melhor pesquisa é o resultado das urnas. Essa é incontestável. Daí não se poder dizer que pesquisa tal é mais real do que pesquisa tal e qual.
A conferir!
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