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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Primeiro grande embate de Henrique
Ainda no início de dezembro, dia 10 pra ser mais preciso, publiquei no blog, já antevendo a possibilidade do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) ser eleito presidente da Câmara, um Editorial que falava do abacaxi institucional que o futuro presidente da Câmara poderia enfrentar. Falo dos deputados condenados pelo Supremo de terem participado do mensalão no governo Lula. Clique Aqui para conferir.
Pois muito bem. Mal tomou posse como presidente da Câmara, o confronto entre Henrique Alves e o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, já começou em entrevistas na imprensa. Logo após ser eleito, anteontem, Alves afirmou que o Poder Legislativo é o que representa o povo brasileiro e “é lógico” que a palavra final sobre os mandatos dos parlamentares condenados será da Câmara .
Já Joaquim Barbosa classificou como “uma especulação” o desafio feito pelo novo presidente da Câmara, segundo o qual cabe ao Legislativo a prerrogativa de dar a última palavra sobre perda de mandatos dos deputados condenados no mensalão. (O Estado de S. Paulo)
Ontem, poucas horas depois da manifestação de Barbosa, o peemedebista voltou à carga.
– Quem declara a perda de mandato, vacância do cargo e a convocação do suplente é a Câmara dos Deputados, disse Henrique Alves, reafirmando que cabe à Casa “finalizar” o processo.
Fato é que a “guerra” entre os poderes – Legislativo e Judiciário – foi declarada pública. Entende Henrique Alves que os deputados José Genoíno (PT-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PL-SP), para serem presos terão que primeiro que passar pelo julgamento da Câmara. Em caso de perda do mandato, aí sim, caberia ao STF condená-los ou não.
Já o presidente da corte Suprema de Justiça, Joaquim Barbosa, entende que desde que o processo contra os três parlamentares fora judicializado não cabe mais a Câmara discutir o caso.
O assunto deve ficar em stand by no carnaval, mas certamente voltará a tona logo após o período de Momo. A conferir!
Charge: Frank, em A Notícia (SC)
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