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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Corredores vazios no Walfredo: o direito a cidadania

A Sesap (Secretaria de Saúde  Pública) do Rio Grande do Norte vem divulgando desde ontem que a Central de Regulação da pasta já viabilizou o atendimento de 181 pacientes que aguardavam a realização de cirurgias ortopédicas na rede estadual de saúde.

A medida, segundo ainda releases enviados pela assessoria de Comunicação da Sesap, tem desafogado os corredores das unidades hospitalares, como o Hospital Walfredo Gurgel, maior hospital público do estado, onde foi constatada uma visível redução do número de pacientes que ocupavam o corredor do setor de politraumatizados.

Não vejo motivo para tanto ufanismo. A Secretaria de Saúde divulga a desocupação dos corredores do Walfredo Gurgel como se isso fosse uma ação exemplar. Obrigação que deve ser rotina. Nada mais que o direito a cidadania!

Se o mutirão iniciado em 1º de agosto foi possível através de uma determinação do governo do estado que repassou o valor de cerca de R$ 400.000,00 e viabilizou, junto ao Ministério da Saúde, recursos de urgência e emergência também em torno de mais R$ 400.000,00 para a execução dos convênios com os hospitais da rede privada com as cirurgias sendo realizadas na Clínica Paulo Gurgel, Hospital Memorial e Hospital Médico Cirúrgico, o governo não está fazendo nada mais do que a sua obrigação.

Não discuto o que afirma o release sobre a competência da Secretaria Municipal de Saúde de Natal:

– Ao contratar unidades hospitalares da rede privada para estes procedimentos ortopédicos, a Sesap, mais uma vez, assume uma responsabilidade que, segundo a Lei Orgânica do SUS (Sistema Único de Saúde) e a hierarquia das três esferas de poder, é de obrigação do município de Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde. A necessidade dessa medida também reflete a falha na assistência de baixa e média complexidade nas unidades municipais de saúde.

Aí são outros quinhentos que competiria a Secretaria Municipal de Saúde da capital potiguar se pronunciar sobre o assunto. O que não pode é o cidadão pagar por isso.

Com a palavra o secretário municipal de Saúde de Natal Cipriano Maia de Vasconcelos.

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