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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Enquete mostra que leitor se divide quanto a aliança PMDB e PSB
Avaliação realizada pelo blog e encerrada ontem, mostra que o leitor está dividido sobre a possibilidade de uma aliança do PMDB dos Alves e o PSB de Wilma de Faria com vistas as eleições do próximo ano no Rio Grande do Norte. Diria que houve um empate técnico levando-se em consideração que para 53% das pessoas que participaram da enquete isso não irá ocorrer, mas para 47%, sim, essa possibilidade existe.
Certamente essa divisão está caracterizada nas indecisões colocadas até agora tanto pelos Alves como pela própria vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, sobre quem será candidato a governador e as possíveis alianças. Os Alves afirmam e reafirmam que o PMDB terá candidato próprio a sucessão estadual, mas não falam quem será o candidato. Dentre eles, o ministro Garibaldi Alves, o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, e o deputado estadual Walter Alves. Nenhum deles, pelo menos em público, afirma ser o candidato. Wilma, essa, cautelosa, diz que só se definirá a que cargo concorrerá em março. Ou seja, a “guerreira” trabalha com duas opções: ser candidata a senadora, se possível com o apoio dos Alves – seu desejo de consumo – ou ao governo do estado. Mas tem o plano B que é uma candidatura a deputada federal. Até março as circunstâncias dirão.
Diante desse quadro indeciso e das especulações feitas com base, claro, em conversas de bastidores que vazam, é óbvio que o leitor se divida com relação a uma eventual aliança entre peemedebistas e socialistas no Rio Grande do Norte. É fato notório que o presidente da Câmara tanto quanto a vice-prefeita de Natal desejam sim essa aliança. O grande “complicador” é que o PT, aliado no plano nacional ao PMDB, aposta no apoio dos peemedebistas para a reeleição da presidenta Dilma Ruosseff, com o PMDB continuando a indicar o seu vice, no caso o atual vice-presidente da República, Michel Temer. E o PSB, por sua vez, terá candidatura própria à sucessão presidencial com o governador Eduardo Campos (PE). Mas como na política brasileira não se respeita mesmo a verticalização das alianças, tudo é possível.
Cabreiros, os leitores do blog se dividem. Uns por acreditarem nessa aliança. Outros, talvez, até por questões político-partidárias não acreditam muito nessa união entre Alves e Wilma, Acham que falta afinidades. Contudo, como o quadro sucessório só tende a se definir após o carnaval – que no próximo ano cai no início de março – é possível que tenhamos “surpresas”. Entre elas uma candidatura de Henrique Alves para governador e Wilma de Faria para o Senado. Digo isso porque começo a enxergar, através de uma lupa, os sinais de fumaça da tribo dos Potiguares.
A conferir!
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