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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

É hora do PT do RN deixar de lado a retórica do discurso

O PT potiguar precisa perder o medo e assumir efetivamente a sua postura de oposição as oligarquias. Os petistas precisam sair da retórica do discurso e partir pra prática. A candidatura da deputada federal Fátima Bezerra ao Senado é um fato inconteste. Ainda na última sexta-feira o presidente nacional da legenda, Rui Falcão, confirmou isso em Natal.

Mas, ao mesmo tempo em que Fátima é candidatíssima ao Senado, o deputado Fernando Mineiro que ensaiou uma candidatura ao governo foi aconselhado a retirá-la. Se admite agora uma composição com o vice-governador Robinson Faria (PSD), que apóia a reeleição da presidenta Dilma Ruosseff e é candidato a governador. Isso se uma aliança no plano local com o PMDB não vingar.

Na última sexta-feira o amigo e colega Diógenes Dantas, ao coordenar uma resenha sobre política na 96 FM, da qual participei juntamente com os colegas Luciano Kleiber e Edmo Sinedino, disse no ar em alto e bom som aos seus ouvintes que Wilma – presidente estadual do PSB e vice-prefeita de Natal -, já teria dito  à Henrique – Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara e estadual do PMDB – para resolver o “problema” da candidatura de Fátima Bezerra ao Senado, sob pena dela (Wilma) sair candidata ao governo. O que Wilma quis dizer, segundo Diógenes, é que Henrique tratasse de demover a ideia de Fátima sair candidata à senatória

O mesmo Henrique revelou à Diógenes que “o sentimento maior do PMDB é de uma aliança com Wilma”, também levado ao ar pelo jornalista na sexta-feira.

Portanto, o PT está diante de duas situações: fazer uma aliança com Robinson Faria lançando Fátima Bezerra ao Senado, mesmo sabendo que a candidatura de Faria está fadada ao fracasso, ou lançar uma chapa puro-sangue com Mineiro ao governo e Fátima ao Senado, sabendo do risco que corre mas ao mesmo tempo sabendo do êxito que pode alcançar.

Ficar na retórica do discurso criticando as oligarquias sem ousar uma candidatura majoritária ao governo é como chover no molhado. O PT já é governo no plano federal há 11 anos, mas no plano local continua com o retórico discurso de oposição. É hora de tentar mudar, de tentar reverter a situação e mostrar ao Rio Grande do Norte o modo petista de governar que os petistas tanto ressaltam. Ou vão preferir continuar com a retórica do discurso?

E mais:

O risco que corre uma chapa puro-sangue com Mineiro para governador e Fátima para o Senado é o mesmo que ocorreria uma hipotética chapa com Henrique para governador e Wilma para o Senado. Não fosse assim não existiria tanta preocupação da presidenta estadual do PSB com uma eventual candidatura da petista à senatória. Daí o receio dos petistas não ter razão de ser.

A conferir!

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