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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Se Rosalba não for candidata a reeleição prejudica Robinson
Já disse uma vez e volto a repetir. Bom seria para a candidatura do vice-governador Robinson Faria (PSD) que a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM) saísse candidata a reeleição. E por que disse isso? Porque certamente o governo de Rosalba, embora desgastado político e administrativamente, se ela saísse a reeleição poderia provocar o segundo turno beneficiando assim Robinson Faria. Simples de entender: Rosalba dificilmente iria ao segundo turno, mas poderia pulverizar os votos e levar Robinson à disputa final com o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB), que vai disputar a sucessão estadual amparado num grande leque de alianças.
Hoje o confrade Diógenes Dantas dá a informação de que o presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia, que é também presidente da sigla no Rio Grande do Norte, pretende reunir o partido no estado para discutir se o Democratas apoiará a reeleição da Rosa ou se defenderá apenas a eleição proporcional. Todos sabem o pensamento de Agripino. Ele prefere, claro, reeleger o filho deputado Felipe Maia. Neste caso melhor se alinhar a chapa proporcional que Henrique Alves está montando para sustentar a sua candidatura. É aí que reside o perigo para Rosalba e Robinson, embora os dois estejam rompidos politicamente.
A se confirmar que o DEM não apoiará a reeleição da governadora Rosalba Ciarlini, as coisas que já estão difíceis para o projeto de Robinson Faria, tenderão a ficar mais ainda. Difícil compreender uma candidatura que deverá enfrentar um verdadeiro rolo compressor pela frente se sustentar eleitoralmente. Henrique hoje não só tem ao seu lado um grande leque de partidos dos mais diferentes pensamentos políticos como também já contabiliza um apoio maciço na Assembleia Legislativa, a se levar em consideração os apoios dos partidos que formarão esse grande guarda-chuva.
Não se deve tirar aí o mérito do presidente da Câmara. Henrique só iria pra disputa se corresse pouco risco e foi exatamente pensando nisso que costurou esse gigantesco arco. Não esqueçamos que Alves ainda mantém a esperança de conquistar o apoio de Robinson e do seu filho, deputado federal Fábio Faria, que assim como Felpe Maia, filho de Agripino, deseja ser reeleito.
A conferir!
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