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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Copa sem o temido caos: Natal nem tanto assim
Hoje o jornal Folha de S. Paulo traz uma reportagem sob o título: “Copa começa com falhas, mas sem o temido caos”. No caso de Natal, capital do Rio Grande do Norte, uma das 12 cidades-sede do Mundial nem tanto assim. Diz o texto da Folha que “a Copa faz uma semana hoje com uma coleção de pequenos problemas de organização, mas, até esse momento, nada capaz de provocar grandes danos à imagem do país. O bordão “Imagina na Copa!”, repetido antes do Mundial como premonição de uma crise na infraestrutura e de possível fracasso do evento, não se concretizou. Os estádios estão cheios, o clima nas ruas é de confraternização e os aeroportos, por ora, não deram vexame, embora muitos tenham sido entregues inacabados”.
Tudo bem que os estádios estão cheios, inclusive o da Arena das Dunas na capital potiguar e que o clima nas ruas é o melhor possível entre os povos de diferentes nações e que, ao menos, por enquanto, os aeroportos, e aí se inclui o Aeroporto Internacional Aluizio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, não deram vexames. Uma goteira aqui outra acolá, além do difícil acesso, mas sem maiores transtornos, é verdade.
Mas Natal enfrenta uma greve dos rodoviários que vai a julgamento no Tribunal Regional do Trabalho somente na próxima terça-feira, ou seja, praticamente duas semanas após ter início a Copa. A mobilidade urbana na capital potiguar na reunião de avaliação geral das 12 cidades-sede realizada pela Fifa e o Comitê Organizador Local da Copa na última terça (17), foi considerado um ponto negativo.
As fortes chuvas que caíram nos últimos dias em Natal, com deslizamento de terra, carros soterrados e casas desabadas, além de lagoas de capitação quase transbordando e famíliass desabrigadas, claro, que levando-se em consideração que as chuvas são fenômenos da natureza, mas que os poderes públicos – governo do estado e prefeitura de Natal – também têm sua parcela de culpa, são outros pontos negativos levados, inclusive, ao conhecimento da imprensa internacional que aqui veio fazer a cobertura da Copa 2014.
Somado a isso, Natal deixou de receber 3.500 turistas mexicanos em função de que o navio MSC Divina, um transatlântico que deixou de atracar no porto de Natal porque atinge a altura de 66 metros e não seria possível atravessar a ponte Newton Navarro, que possui um calado de 57 metros e que fica próxima a foz do rio Potengi. O porto se localiza no referido rio. Com isso, o transatlântico atracou no Recife às 10h desta quinta-feira (19).
Segundo o portal G1, ao chegar no Recife nesta quinta, pelo Terminal Marítimo do Porto, os mexicanos devem retomar o roteiro turístico planejado anteriormente. Diz ainda o portal:
– Oito ônibus, seis micro-ônibus e vans de uma empresa de turismo local estão aguardando o grupo para fazer passeios no Recife, Olinda, no Grande Recife, e Porto de Galinhas, no Litoral Sul. Outros três ônibus vão fazer o transporte de ida e volta do grupo ao bairro de Boa Viagem, na Zona Sul – onde ficam a praia e o maior shopping da capital pernambucana. Para sexta-feira (19), há 75 ônibus reservados para levar os mexicanos ao jogo Costa Rica x Itália, na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife.
E reforça:
– A embarcação não atracou no porto de Natal porque atinge a altura de 66 metros e não seria possível atravessar a ponte Newton Navarro, que possui um calado de 57 metros.
E o blog completa:
Programação essa que se não fosse a falta de um estudo maior sobre a construção da ponte Newton Navarro poderia está sendo realizada pelas operadoras de turismo de Natal, como passeios de buggies pelas dunas de Jenipabu, litorais norte e sul, praia da Pipa, mergulhos nas piscinas naturais de Maracajau, passeio de barco nos Parrachos de Pirangi, etc e tal. Mas a ponte Newton Navarro, construída no governo Wilma de Faria (PSB), ao que parece serve muito bem como cartão postal. E só!
Tenho dito: Copa sem o temido caos: Natal nem tanto assim.
Quem quiser que pense diferente. Eu não!
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