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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Por uma questão de gratidão, lembrem-se que já foram aliados deste governo
Não faz tanto tempo assim, um ano e quatro meses, pra ser mais preciso, o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB), candidato a governador do Rio Grande do Norte, foi alvo de uma rasgação de seda sem fim. Foi em março de 2013 na solenidade de posse de três novos secretários do governo Rosalba, um deles, indicação do PMDB, o da Agricultura, na época. Naquele momento, o governo da Rosa apostava tudo no presidente da Câmara para trazer, claro, benefícios para o estado, afinal, Henrique Alves como presidente da Câmara era um importante aliado. Clique aqui para relembrar. Passados pouco mais de um ano, Henrique Alves abomina até o voto de Rosalba Ciarlini. É como se a governadora fosse uma chaga.
Em entrevista a colega Thaísa Galvão, Henrique lembrou também que quando Iberê Ferreira (PSB) perdeu a reeleição para governador – ele que apoiou o socialista – aderiu ao governo Rosalba, que o primo, ministro Garibaldi Alves, já tinha apoiado na eleição. Disse Henrique na entrevista relembrando o fato:
– Você ganhou, eu perdi, vou me juntar a você e vou me juntar a Rosalba. Assim eu fiz, de forma pública aqui e em Brasília.
Hoje, no entanto, Henrique Alves parece ter esquecido que até recentemente foi aliado número um da governadora Rosalba Ciarlini. Sequer agora quer o seu voto. Por uma questão de gratidão, Henrique Alves deveria ao menos lembrar que o seu partido fora contemplado com sete secretarias no atual governo. E que o discurso do retrovisor não deve servir também à Rosalba Ciarlini e não só a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB), sua candidata ao Senado, e ao presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia, coordenador nacional da campanha do tucano Aécio Neves à Presidência da República. Ambos – Wilma e Agripino – ex-governadores do Rio Grande do Norte.
Aliás, não só Henrique deve ser grato a Rosalba, mas como também o seu correligionário Agripino Maia, que lhe negou a legenda para que ela fosse candidata a reeleição. Lembro que nesta mesma solenidade que cito no início do texto, Agripino disse em alto e bom som aos presentes:
– Nós queremos que Rosalba, honesta, trabalhadora e aguerrida, deixe o governo como uma mulher de fé.
As palavras de Agripino Maia, então, soaram como que uma indireta à Wilma de Faria, que deixou o governo debaixo de escândalos. Hoje, o líder democrata diz que vai subir até em coqueiro para pedir votos para Wilma.
Senhores, por uma questão de gratidão lembrem-se que um dia foram aliados incondicionais deste governo.
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