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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Desembargadores apoiam medidas adotadas para conter gastos no TJRN

Está no portal do TJRN

Durante a sessão desta  quarta-feira (14), do Pleno do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, os desembargadores externaram seu apoio às medidas de contenção de despesas e diminuição de custos adotadas pela administração do desembargador Claudio Santos, anunciadas na sexta-feira (7). Além disso, os magistrados de Segundo Grau fizeram questão de frisar solidariedade à família do presidente do TJRN, e repudiaram tentativas de levar o debate sobre a questão para o lado pessoal ou de ataques verbais a atual gestão do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte.

A moção de solidariedade ao presidente do Tribunal, desembargador Claudio Santos, apresentada pelo colega e corregedor geral da Justiça, Saraiva Sobrinho, foi acompanhada à unanimidade pelos demais pares da Corte, a exceção do próprio dirigente do Tribunal, que absteve-se de votar.

O desembargador Saraiva Sobrinho ressaltou que acredita na capacidade do desembargador Claudio Santos e que as medidas são no sentido de equacionar a adminstração do TJ potiguar. O posicionamento do magistrado, no decorrer da parte administrativa da sessão, foi acompanhado pelos desembargadores. Entre os quais, o vice-presidente, Amílcar Maia, que também prestou solidariedade ao presidente do Tribunal.

A argumentação de Saraiva enfatiza que o caminho do enfrentamento sem propostas não contribui para a melhoria da instituição.

A sessão contou com a presença de vários servidores da Justiça estadual.

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One Response to Desembargadores apoiam medidas adotadas para conter gastos no TJRN

  1. Leiliane Aquino de Brito disse:

    Caro Barbosa: sei que a luta travada entre o presidente do TJ e os servidores é desigual. Infelizmente sua excelência tem ido às mídias e tem tentado colocar a sociedade contra aqueles trabalhadores. E aí seleciona contracheques a dedo e revela a população como se todos os servidores do judiciário fossem barnabés do serviço público. Me parece que as supostas medidas de contenção do TJ foram pra inglês ver. Pois na medida em que cortou 100 comissionados, nomeou 60. Inclusive a senhora sua esposa é exercente de cargo comissionado no TJ com salários de cerca de R$ 13.000,00(treze mil reais). Por outro lado, sua excelência anda demonstrando contracheques de alguns funcionários que estão no último nível e contam com 35 anuênios, sem se falar que se seus salários chegassem a R$ 15.000,00(quinze mil reais) isso se dá em razão da GTNS, que é um direito conquistado na marra e no STJ pelos trabalhadores do judiciário, cuja vontade do presidente é retirar tal conquista com o viés de querer sua incorporação. O presidente poderia ter dito também que o salário inicial do judiciário é de brutos R$ 2.900,00(dois e novecentos reais) e que desde 2010 que se não tem reajuste salarial e que a categoria não tem sua data base. Ou seja, se não fosse a GTNS os servidores em níveis inferiores estaria vivendo em petição de miséria. Ainda mais, tirou a gratificação dos diretores de secretaria que tiveram uma importância significativa no cumprimento das metas do CNJ. Hoje as secretarias estão em polvorosa sem a existência de tal função, ou seja, está instalado o caos no judiciário. Fiz esse comentário não pra servir de qualquer reportagem, mas, somente para que você veja o outro lado da moeda. Barbosa: hoje muitos pais de família do judiciário estão aflitos e temerosos que passem por necessidades das mais comezinhas. Tenciona tirar direitos dos oficiais de justiça, como por exemplo a indenização de transporte. Enquanto isso, o presidente aumentou seu salário em 14% e sua classe foi contemplada com o auxilio moradia. È iu não são medidas pra inglês ver. Um abraço!

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