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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O Blog do BG, é quem levanta a lebre. Passados pouco mais de dois anos, a internet gratuita lançada pelo governo Wilma de Faria (PSB) torrou R$ 1,4 milhão e até hoje não funciona. Veja o texto a seguir:
– Ontem o Fantástico ocupou um bloco inteiro com uma reportagem mostrando que o programa de inclusão digital através da internet na Paraíba chamado Jampa Digital, dois anos depois do seu lançamento oficial, não funciona e ainda apresenta fortes indícios de superfaturamento.
O Rio Grande do Norte existe uma situação semelhante.
Lançado no final de 2009 com pompas e circunstâncias, o projeto Internet de Todos, que prometia acesso gratuito a rede mundial de computadores em vários pontos de Natal e de outras cidades do interior como Pau dos Ferros, Caicó e Mossoró também não funciona.
O Internet de Todos foi criado na gestão da então governadora Wilma de Faria sob a batuta do ex-secretário Wagner Araújo e custou aos cofres estaduais R$1,4 milhões, contando com recursos do Ministério da Saúde e recurssos próprios.
Na época, foi divulgado que a operadora OI seria a responsável pela assistência técnica da ação e revisaria a velocidade e abrangência da conexão de dois em dois anos.
Em Natal, a suposta liberação gratuita do acesso aos “domínios www” começou pela Praça das Flores, no Atheneu, e abrangeria um raio de 2km do local, mas até hoje não funciona efetivamente.
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Análise da Notícia
A propósito, vale uma reportagem do Fantástico sobre a malversação do dinheiro público no caso da “Internet de Todos”. Até porque o projeto custou ao contribuinte a bagatela de R$ 1,4 milhão sem resultados. Ninguém viu, ninguém vê a “Internet de Todos”, que ao final das contas pode ter sido, na verdade, a “Internet de Alguns”. É hora da ex-governadora Wilma de Faria, como também seu ex-auxiliar Wágner Araújo dar explicações à sociedade. Se não há internet gratuita onde foi parar o dinheiro para implantação do projeto? Fica a dica para a produção do Fantástico!
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