O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Em pronunciamento no plenário da Câmara, o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), reafirmou a disposição do seu partido votar a regulamentação da Emenda 29, no próximo dia 21.
– Em nome do PMDB, em nome de todos os 80 parlamentares do PMDB, sem exceção, eu quero declarar que o PMDB não apenas quer, o PMDB exige a votação da regulamentação da Emenda 29. O PMDB, portanto, quer e vai votar a regulamentação da Emenda 29. É um destaque do DEM que nós vamos aprovar. Só falta ele. Não há por que, a esta altura, esconder de quem é autoria. Não importa se é do DEM, do PSDB, do PT. É desta Casa, que quer ver a saúde deste país dar um passo adiante, disse o parlamentar.
Henrique afirmou ainda que somente a regulamentação da Emenda 29 não resolve.
– Que não resolve, nós sabemos; mas, a partir da hora em que se anunciou que poderíamos votar, pelo menos as inteligências privilegiadas deste país, nos quadros competentes da área econômica, que reconheço e aplaudo, começaram pelo menos a se preocupar em buscar recursos, fontes de financiamento para a saúde. Não o fizeram há tantos anos. Era como se estivéssemos todos nós – e a mea-culpa também faço e assumo – acomodados, anestesiados.
Para Henrique, a questão está com alguns governos de estado.
– Mas não pode ser por conta disso, de alguns não cumprirem ou não fazerem seu dever de casa, que esta Casa terá que assumir o desgaste de não pautar, de não votar, de não decidir, de não opinar, de não assumir.
E disse mais:
– Venho também, em nome do PMDB, dizer aqui: não me venham trazer propostas de uma nova CPMF ou de qualquer tipo de imposto que se queira impor. Este país já tem uma taxa tributária elevadíssima; não comportaria mais, por nenhuma razão que seja, a imposição de um novo imposto, penalizando mais ainda a sociedade e a população brasileira.
E enfatizou:
Um Parlamento que tanto diz se preocupar com a saúde, deputado que sou há 40 anos, em todo esse tempo não teve uma campanha de que eu tenha participado, seja a nível municipal, seja a nível estadual seja a nível nacional, em que o tema central, constrangedor, não seja saúde pública. Sempre se adia, sempre se diz que vai se procurar, e não se procura. Pois agora chegou a hora da verdade; agora chegou a hora de este Parlamento se impor; agora chegou a hora de priorizar de verdade a saúde pública em nosso país.
Deixe uma resposta