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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A pesquisa é péssima para a oposição, menos pelos números e mais pelo que projeta. A TV não teve a eficácia que Serra deseja, avalia o jornalista Fernando Rodrigues em seu blog, na Folha. Segue sua análise:
Depois de ampla exposição na mídia, José Serra (PSDB) não conseguiu ampliar seu porcentual de intenção de votos, segundo pesquisa Ibope patrocinada pela CNI e divulgada hoje (ontem). Pior ainda, o tucano viu, pela primeira vez nesse levantamento, sua adversária direta, Dilma Rousseff (PT), ficar à sua frente.
Dilma pontuou 40% na CNI/Ibope. Serra teve 35%. Marina Silva (PV) está com 9%.
Trata-se de uma das piores notícias que o candidato tucano poderia ter nesta fase da campanha. Havia grande expectativa no PSDB de que Serra pudesse neste mês de junho manter-se empatado com Dilma – ou até ultrapassá-la por causa da propaganda em rede nacional apresentada pelos tucanos, além de dezenas de inserções de 30 segundos.
Em maio, Dilma teve forte exposição nos programas partidários do PT. E a candidata subiu. Serra repetiu a receita, mas não deu certo.
O PT guardou estrategicamente dezenas de comerciais partidários estaduais para divulgação no mês de junho. Fez uma operação de “fogo de encontro” e conseguiu, mostra a CNI/Ibope, estancar um eventual avanço de Serra.
É claro que a campanha ainda vai longe e nada está definido. Mas é muito confortável para um candidato começar o horário eleitoral (em 17 de agosto) já estando na frente nas pesquisas de opinião. Essa é a situação de Dilma no momento.
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