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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Antes que algum aventureiro lance mão

Como é do conhecimento de algumas pessoas estou assumindo a assessoria de Comunicação da Fundação José Augusto em substituição a jornalista Mary land, que prestou um concurso para o Banco Mundial, e por ter passado, deixou a FJA.

Convidado que fui para assumir o seu lugar aceitei o desafio. Nunca trabalhei no meio cultural, mas conheço pessoas que lidam com a cultura em nosso estado. Portanto, creio que a tarefa não será das mais difíceis. Mas antes que algum aventureiro lance mão, devo dizer que continuo com o mesmo pensamento de antes. Vendo a minha mão-de-obra, jamais a minha consciência.

Faço esse registro porque tenho recebido e-mails criticando o fato de que sempre denunciei o foliaduto – desvio de mais de R$ 2 milhões ocorrido na FJA ainda na gestão do primeiro governo Wilma de Faria – e agora aceitei ser assessor de imprensa da mesma fundação. Uma coisa não tem nada a ver com outra, até porque o governo agora é de Iberê Ferreira de Souza. Mas tem pessoas que equivocadamente pensam assim.

Conheço os principais dirigentes da FJA – Fábio de Almeida, diretor, e Crispiniano Neto, presidente. Durante esses meus mais de 25 anos de jornalismo desconheço qualquer coisa que desabone as pessoas de Fábio e Crispiniano. Se existiam escroques na Fundação José Augusto, esses já não mais existem.

Então, antes que algum aventureiro lance mão do meu nome, repito, sou um profissional e como tal fui convocado para uma missão que acredito ser das mais agradáveis, que é lidar com a cultura. Sei também das dificuldades em nosso estado de se promover o setor, mas também sei do esforço que a atual gestão da FJA vem imprimindo para tocar o barco.

Infelizmente, a cultura em nosso país e principalmente em nosso estado é relegada a segundo plano. Shows com bandas de forró por estas terras de Poti é considerado programa cultural na opinião de alguns incautos. Mas o que fazer se o principal evento  no calendário da cidade do Natal é um carnaval fora de época, e talvez fora de moda?

Obs do Blog: O texto acima também foi publicado no Substantivo Plural, do colega e amigo Tácito Costa

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