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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
O empresário paraense Maurício Lopes Fernandes Júnior, conhecido como “Da Lua”, foi filmado intimidando e oferecendo dinheiro para que os funcionários votem em Jair Bolsonaro (PL) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições.
No vídeo, gravado na fábrica de cerâmica localizada em São Miguel do Guamá, nordeste do Pará, Ferreira aparece afirmando que se Lula for eleito terá que fechar a empresa porque “ninguém vai aguentar o pepino que vem”. Além da intimidação, o empresário também diz que os funcionários poderiam dar o nome para, em caso de vitória de Bolsonaro, receberem R$ 200 cada, independentemente do cargo que ocupam.
O artigo 299 do Código Eleitoral considera como crime “dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”.
William De Lucca@deluccaA compra de votos começou: este no vídeo é Maurício Lopes Fernandes Júnior, o “Da Lua”, empresário do ramo de tijolos e telhas em São Miguel do Guamá (PA), ameaçando os trabalhadores caso eles não votem em Jair Bolsonaro e prometendo R$ 200 em caso de vitória de Bolsonaro
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