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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O primeiro grande desafio econômico e político do agora presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, será negociar com o Congresso o Orçamento de 2023.
Para especialistas, o texto foi baseado em indicadores distantes das médias do mercado, com cortes drásticos em áreas estratégicas, como saúde e educação, e que não contemplou a maior parte das promessas de campanha do petista.
São R$ 175,2 bilhões que serão alvo de negociação e barganha. Esse valor engloba pontos ainda incertos no Orçamento e propostas defendidas por Lula. Entre eles estão, por exemplo, a manutenção do Auxílio Brasil de R$ 600, a continuidade da desoneração dos combustíveis e a correção do salário mínimo acima da inflação (veja os itens abaixo).
A previsão é de que o texto seja votado até 16 de dezembro, mas disputas políticas costumam jogar esse prazo para frente.
“A conta ficou muito salgada e difícil de ser absorvida”, alertou Juliana Damasceno, economista da consultoria Tendências.
A cifra bilionária inclui a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600 e o pagamento adicional de R$ 150 por criança de até seis anos – duas das principais promessas de campanha do presidente eleito, que somam R$ 70 bilhões em novos gastos obrigatórios.
“É uma tarefa dificílima. Será necessário muito diálogo para encontrar um caminho que consiga acomodar todas essas despesas”, afirmou Renatho Melo, diretor-executivo do Instituto Nacional de Orçamento Público (Inop). Ele prevê “um grande debate orçamentário” ao longo dos próximos meses.
Relator inicia conversas com governo eleito
O relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), já alertou que a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600 depende da aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), para alterar o teto de gastos, ou de uma medida provisória prevendo a abertura de crédito extraordinário – ou seja, por fora do teto.
Castro vai receber nesta quinta-feira (3) parte da equipe de transição do novo governo para tratar justamente da proposta de orçamento para 2023. Estarão presentes no encontro, entre outras autoridades, Geraldo Alckmin, vice-presidente eleito e coordenador da equipe de transição, e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), designado por Lula para discutir a peça orçamentária.
Castro afirmou que, na reunião, pretende ouvir da equipe do governo eleito as propostas para encaixar os gastos a mais no Orçamento do ano que vem.
“Nós esperamos receber uma proposta, ou analisar, todo o quadro orçamentário, para ver que proposta o novo governo tem para atender as demandas que foram criadas. Como, por exemplo, o compromisso do presidente eleito de manter o Auxílio Brasil, o Bolsa Família, no valor de R$ 600”, afirmou o senador.
“Evidentemente que esse valor precisa ser ajustado para fazer face ao compromisso público assumido pelo presidente Lula. Essas pessoas que estão na equipe de transição, acredito que trarão sugestões para poder adequar [os gastos] ao novo orçamento”, completou.
Ele ressaltou que o Orçamento, do jeito que foi enviado pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso, não comporta as promessas da campanha petista.
“Todos sabemos que esse orçamento como está não tem espaço para nenhuma despesa. Pelo contrário, estão faltando recursos para fazer face das despesas que serão necessárias, como por exemplo, a farmácia popular”, apontou o relator.
Castro opinou que, na visão dele, outros pontos prioritários que devem ser incluídos no Orçamento — além dos recursos para a Farmácia Popular e para o Auxílio de R$ 600 –, são o reajuste para os servidores públicos e o reajuste para a merenda escolar, que permance o mesmo valor desde 2017.
Outras promessas
Há, ainda, a discussão sobre a correção da tabela do Imposto de Renda (IR) de pessoas físicas, para ampliar a faixa de isenção a R$ 5 mil mensais – outra medida repetida por Lula nos últimos meses.
O impacto fiscal varia de R$ 21,5 bilhões (caso inclua apenas a ampliação da faixa de isenção; número que foi considerado pela reportagem) a R$ 106,5 bilhões (caso todas as faixas sejam igualmente corrigidas). Em todos os casos, trata-se de uma renúncia fiscal, pois é um dinheiro que deixaria de entrar nos cofres da União anualmente.
Os R$ 175,2 bilhões que serão alvo de negociação também incluem as incertezas em relação à manutenção das isenções concedidas aos combustíveis e aos valores reservados ao aumento salarial de servidores, os quais tiveram o último reajuste geral aprovado em 2018 e agora pleiteiam percentuais bem superiores ao previsto na proposta orçamentária.
Apesar de expressivo, o montante de R$ 175,2 bilhões em “pendências orçamentárias” pode até ser considerado conservador, pois não incluiu promessas que ainda não tiveram as regras detalhadas pela equipe do novo presidente. Entre elas, estão o aumento do investimento público, com a retomada do Minha Casa Minha Vida e a renegociação de dívidas por meio de um fundo garantidor.
Veja as incertezas do Orçamento de 2023:
Foto reproduzida da Internet
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