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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está na Revista Fórum
No Fala, Rovai desta segunda-feira (10), o diretor de Redação da Fórum, Renato Rovai, comentou sobre a exclusão da figura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da campanha de seu filho e senador, Flávio Bolsonaro (PL).
Após crises no marketing da campanha, Flávio Bolsonaro contratou um novo marqueteiro, Duda Lima, que definiu o slogan do senador para a disputa presidencial: ‘O Brasil vai vencer”. Sem o sobrenome “Bolsonaro”, a campanha foca somente no nome de Flávio, com destaque para a letra “V” nas cores verde e amarela.
“‘Bolsonaro’ virou palavrão [na campanha de Flávio”, destacou Rovai. “O marqueteiro do Flávio decretou o fim da palavra ‘Bolsonaro’”.
Rovai pontuou que no debate deste domingo (9) com os candidatos ao governo de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (PL) também tentou se desvencilhar de Bolsonaro, mas foi questionado pelo ex-ministro Fernando Haddad (PT).
“Porque a rejeição do Bolsonaro é a maior rejeição da história do Brasil. Mesmo com o Lula estando exposto, sendo presidente pela terceira vez, tendo elegido a Dilma 2 vezes, tendo passado por um impeachment, tendo ficado preso por 580 dias, a rejeição do Lula é bem menor que a do Bolsonaro. Então, eles estão pagando esse preço”, ressaltou Rovai.
Portanto, a campanha de Flávio Bolsonaro tem tentado usar o marketing político para “limpar” a imagem de Jair Bolsonaro.
“Vai dar certo? Evidentemente que não. O Lula vai nos debates chamar ele de ‘bolsonarinho’, que é o que ele é, um Bolsonaro pequenininho, inclusive do ponto de vista do apelo popular. É um cara que não tem história, virou deputado e nunca trabalhou na vida, aí aprendeu a ganhar dinheiro na malandragem, virou o ‘rachadinha’, comprou mansão com dinheiro do BRB e até casa do jogador da seleção ele tomou”, destacou Rovai. “Enfim, esse é o bolsonarinho, não se esqueça.”
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