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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no g1
Vídeos mostram arrastões contra pedestres, que passavam pela Rua Barão de Itapetininga no Centro de São Paulo na noite desta quarta-feira (15). Nas imagens, é possível ver um grupo formado por homens e mulheres atacando e levando os pertencentes das vítimas.
Entre os casos registrados está o de um casal que andava pelo local por volta das 20h desta quarta. A mulher e o homem são abordados por cerca de sete bandidos, que se aproximam lentamente. Os criminosos agem de forma violenta e um deles, chuta uma das vítimas. A blusa do rapaz é puxada à força e levada.
Após a abordagem, os bandidos saem andando, com tranquilidade, para direções diferentes, enquanto o casal permanece no chão apavorados e a moça começa a chorar.
Menos de uma hora depois, ainda na Barão de Itapetininga, é realizada uma outra ação do mesmo bando. Dessa vez, quatro criminosos atacam um homem e também levam seus itens.
Todas as ações ocorreram a menos de 300 metros de um posto policial.
Ataques frequentes
A região central de São Paulo já sofreu com outras ações de criminosos.
Diante da sensação de insegurança na região, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou, por nota, que as ações de policiamento no Centro da capital foram reforçadas.
Ainda de acordo com a SSP, 96 suspeitos foram presos ou apreendidos na área.
A respeito das imagens divulgadas pela reportagem, a pasta informou que a polícia, ciente das imagens, deverá fazer uma investigação para identificar e apurar os autores envolvidos nas ações.
Está na Revista Fórum
Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos na Câmara Distrital do Distrito Federal, nesta quinta-feira (16), o coronel e ex-comandante de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal, Jorge Eduardo Naime, relatou uma série de crimes que teriam sido cometidos por apoiadores de Jair Bolsonaro que participaram no acampamento golpista em frente ao Quartel General (QG) do Exército em Brasília.
Além de atentarem contra o Estado Democrático de Direito por organizarem um levante terrorista contra as sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro de 2023, alguns dos apoiadores de Jair Bolsonaro que frequentavam o acampamento, segundo Naime, teriam cometido delitos como os de estupro e tráfico de drogas. No local já houve relatos, inclusive, de prostituição.
“Eu estive várias vezes naquele acampamento, eles realmente viviam numa bolha ali dentro, só consumiam informações em grupos e no que era falado naquele carro de som (…) Parecia uma seita. Ali, realmente, foi o epicentro [dos atos golpistas]. Chegou ao absurdo de eu receber um dia, um líder chamado Renan Sena, que fez um vídeo, colocou nas redes sociais, acusando um outro líder de ter cometido estupro dentro do acampamento”, revelou o coronel.
“Eu falei desse vídeo, mostrei em uma das reuniões que tivemos no Exército. A gente já tinha informações de tráfico de drogas, de ambulante, de prostituição. Teve o vídeo que apareceu de denúncia de estupro. Não foi uma ou duas vezes, eu botei 500 homens à disposição do Exército no dia 29/12 pra retirar aquele acampamento definitivamente. E a operação foi cancelada”, detalhou ainda.