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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Mauro Lopes e Plínio Teodoro abrem o Fórum Café desta segunda, 13 de março, com o Giro das Notícias. Destaques: a mais que provável prisão de Bolsonaro em abril e as dificuldades de Lula no Congresso Nacional. Participam do Café o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), o deputado estadual Renato Freitas (PT, Paraná), a socióloga Vilma Reis, líder da Coalizão Negra por Direitos e o historiador Valério Arcary, líder do PSOL.
Está na Revista Fórum
Fora da disputa pela estatueta dourada do Oscar cuja cerimônia de entrega ocorreu na noite de domingo (12), o Brasil foi celebrado no Green Carpet Fashion Awards, evento prévio com foco em moda e meio ambiente. Na ocasião, o ator Leonardo DiCaprio entregou um prêmio à ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, e ressaltou a atuação dela em defesa da Floresta Amazônica.
A ministra recebeu o prêmio na categoria Healer (curadora, em tradução livre) por reconhecimento “pelas extraordinárias conquistas na defesa das florestas e por reposicionar os povos indígenas no centro da agenda climática global”. Durante discurso, DiCaprio destacou a força de Guajajara na luta pelo meio ambiente.
O ator enfatizou ainda que a importância da Amazônia para a manutenção da vida no planeta. “Ela é fundamental para sustentar a vida muito além de suas fronteiras, ajudando a impulsionar os ciclos globais da água e os padrões climáticos, que afetam as chuvas, mesmo na Califórnia“, afirmou.
Pelas redes sociais, Guajajara celebrou a conquista.
“Recebi em Hollywood durante o Green Carpet Awards Festival, uma importante premiação de reconhecimento na categoria Healer (Curadora da Terra) “pelas extraordinárias conquistas na defesa das florestas e por reposicionar os Povos Indígenas no centro da agenda climática global.” Entregue pelas mãos de @leonardodicaprio. Foi uma grande honra e alegria este reconhecimento tão importante, ter representado o Brasil nesta premiação, passar uma mensagem de proteção dos territórios indígenas para o público internacional, e também desfrutar da companhia de outros parentes indígenas do mundo neste momento de conquista. Obrigada!”
Foto: Green Carpet Fashion Awards
Veja vídeo
Está na Revista Fórum
O papa Francisco sempre sorri quando fala sobre o Brasil. Em uma entrevista divulgada neste domingo (12), o santo padre cantarolou, com a letra errada, a marcha de carnaval “Você pensa que cachaça é água?” para explicar essa reação.
“No Brasil, o carnaval começa já no começo do ano até a Sexta-feira Santa. Sempre penso no brasileiro, naquela música ‘eles dizem que cachaça é água, eu acho que não’, é isso que o brasileiro tem de riqueza”, respondeu.
A entrevista do líder da Igreja Católica foi concedida ao site argentino Perfil para celebrar os dez anos como pontífice. Embora tenha falado com carinho sobre o Brasil, o papa criticou o desmatamento no país e afirmou que o processo de devastação das florestas é “escandaloso” e que estão “tirando nossas riquezas”.
“O Brasil é um continente, é uma explosão de riqueza, é a segurança do futuro com [o estado do] Mato Grosso”, exaltou. “E, por isso mesmo, é tão preso na exploração dos recursos naturais. O desmatamento é impressionante no Brasil, é escandaloso”, comentou papa Francisco.
O papa fez o comentário ao ser questionado sobre o que o Brasil representa para ele, especialmente sendo o país com o maior número de católicos. O pontífice não poupou elogios às riquezas naturais do país e ressaltou que o Brasil e o Congo são os pulmões da humanidade.
“Se eles tiram isso, tiramos nosso oxigênio, tiramos riqueza. O Brasil tem que se resolver pela dinâmica de oposição dentro de si, e não pela uniformidade ideológica, de um lado ou de outro.”
Na entrevista, o papa revelou também que a viagem que fez ao Brasil em 2013, a primeira após assumir o pontificado, foi um dos motivos pelos quais o papa Bento XVI apresentou sua renúncia.
“Foi (uma viagem) predefinida. Além disso, um dos motivos que levaram Bento a tomar a decisão foi que ele não se sentia mais forte o suficiente para fazer aquela viagem. Então ele disse: ‘Não, eu não vou fazer essa viagem’ e por um ano anterior ele trabalhou nisso, e no dia 11 de fevereiro apresentou sua demissão”, relatou.
Perguntado sobre como definiria a religiosidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o que ele representa para o povo como político, o papa respondeu: “Falei duas vezes com o Lula aqui e ele é um homem religioso que nasceu daquela religiosidade que foi alimentada na família. Eu diria que é uma religiosidade popular elementar.”
Foto: Ricardo Stuckert
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje sobre o artigo do colunista Agamenon Mendes da Revista Crosoé que ao se referir a crise dos brilhantes do casal Bolsonaro usa pela primeira vez o termo “joias da coroa”, como tenho me referido aqui no blog. Segundo o colunista, ” na verdade nesse escândalo dos brilhantes existe um aspecto de natureza psico-corno-matrimonial que a grande imprensa não está podendo falar”
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. O assunto continua sendo as “joias da Coroa”. A jornalista Hildegard Angel confirma o que já dissera aqui neste espaço, de que o valor do mimo oferecido pelo governo da Árabia Saudita a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, vai muito além dos R$ 16,5 milhões que vêm sendo divulgados pela imprensa. Confiram!
Em tempo: confira o meu comentário sobre o assunto no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube clicando aqui
Está no Blog da Andréia Sadi
O então ministro das Minas e Energia do governo Bolsonaro, Bento Albuquerque, disse aos auditores da Receita Federal que as joias recebidas pelo governo da Arábia Saudita, avaliadas em mais de R$ 16,5 milhões, eram para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.É o que mostram imagens gravadas no Aeroporto de Guarulhos, obtidas com exclusividade pelo blog.
“Isso tudo vai entrar lá pra primeira-dama”, disse Albuquerque para os auditores da Receita Federal.
As imagens gravadas pelas câmeras de segurança do aeroporto são de 26 de outubro de 2021, quando Albuquerque havia desembarcado em Guarulhos. Apesar da tentativa de liberar as joias ainda no local, o ministro foi embora sem elas.
As joias (um colar, anel, relógio e um par brincos de diamantes, todos da marca de luxo suíça Chopard) foram apreendidas na mala de um integrante de uma comitiva do governo Bolsonaro que foi à Arábia Saudita.
O vídeo obtido pelo blog mostra que:
Está na Revista Fórum
O circuito de câmeras de segurança da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, flagrou, inclusive com áudio claro e compreensível, a chegada do assessor presidencial Jairo Moreira da Silva, um sargento da Marinha que era ajudante de ordem de Jair Bolsonaro (PL), que vai ao local na tarde de 29 de dezembro de 2022 para buscar um estojo de joias avaliado em R$ 16,5 milhões, por ordem do então presidente.
Os itens de luxo tinham sido “dados de presente” pelo governo da Arábia Saudita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e entregues nas mãos do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em Riad. Só que ele deu a um assessor seu, também militar, para que ele entrasse ilegalmente no país com o “tesouro”, que acabou sendo descoberto pela Alfândega de Cumbica e, posteriormente, confiscado.
A ida do sargento Jairo ao Aeroporto de Guarulhos, numa “missão” de urgência, usando inclusive um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), pago com dinheiro público, para que Jair Bolsonaro pudesse se apossar das joias milionárias que deveriam ser anexadas ao patrimônio público, não é novidade. No entanto, o vídeo com a tentativa de pegar o estojo da grife Chopard, foi conseguido com exclusividade pelo portal g1.
Leia o diálogo entre o sargento e o auditor da Receita Federal e, ao final, assista ao vídeo:
Jairo – Opa! Como vai?
Auditor – Como vai, tudo bom?
Jairo – Boa tarde, desculpa incomodar.
Auditor – Nada! tudo bom?
Jairo – Jairo, como vai?
Auditor – Prazer.
Jairo – Deixa eu pegar aqui no celular…em cima da hora, correria!
Auditor – Então, não tá…não sei…deixa eu dar uma olhada
Jairo – Achei que entraram em contato (mostra o celular).
Auditor – Ao senhor Julio Cesar… (lê o auditor no celular)
Jairo – Coronel, eu tô aqui na alfândega aqui já. Estou falando com o supervisor deles aqui. Quer falar com ele? Ele falou que não está ciente aqui do que se trata. Posso passar aqui para ele?
Auditor – Eu não posso falar no celular (faz sinal de negativo com a mão).
Auditor – Entendeu? Existe uma necessária para essa incorporação aí, que é o ADM.
Jairo – É que tô na correria, cara. Passagem de comando, como se diz, né, um entrando, outro saindo.
Auditor – Você não mora em Brasília? Chegou agora de Brasília?
Jairo – Tô chegando agora. Vim direto para cá.
Auditor – Então assim, esse ADM – que seria para incorporação – seria necessário, não tem. Não tenho conhecimento também dessa liberação. Não sei onde estaria, talvez no cofre, mas eu não tenho acesso, então… Não sei se teve algum atropelo, assessoria, alguma coisa muito de urgência…
Jairo – Não, é de urgência, com certeza.
Auditor – Mas o clima lá está tranquilo?
Jairo – O clima em Brasília está sempre tranquilo, cara, por incrível que pareça. Assim, tá pegando fogo no Brasil todo, ah, lá está tranquilo.
Auditor – Está tranquilo? Não tem erro, nada que…
Jairo – Não. Tudo correndo normal. Assim, lá fora o pessoal gritando e a gente fazendo o que tem que fazer, passagem normal. Tanto que isso aqui faz parte da passagem, não pode ter nada do antigo para o próximo. Tem que tirar tudo, tem que levar. Não pode, é burocrático, é burocracia.