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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje sobre a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), a ser instalada no Congresso para apurar os atos antidemocráticos do 8 de janeiro. O governo tem obrigação moral de não deixar pedra sobre pedra. Confira!
Está na Fórum
As ameaças de políticos da ultradireita portuguesa, alinhados ao clã Bolsonaro, de realização de protestos não passaram disso: ameaças.
Na manhã deste sábado (22), Lula foi recebido pelo presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, aos gritos de “olê, olê, olê, olá” e “guerreiro do povo brasileiro” das pessoas que acompanhavam a cerimônia de boas-vindas com honras militares na Praça do Império, em Lisboa.
Esse foi o primeiro compromisso oficial da extensa agenda de Lula neste sábado, que prevê encontros com autoridades e assinaturas de acordos e atos de trabalho conjunto, especialmente na área de cultura.
Diante das ameaças de protesto por declarações do presidente brasileiro sobre a Guerra na Ucrânia, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, reuniu-se nesta sexta-feira (21), na Embaixada do Brasil em Lisboa, com representantes da comunidade de ucranianos em Portugal.
Macedo recebeu uma carta que foi entregue e lida por Lula. O ministro ainda afirmou que, por determinação do presidente, o assessor especial para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, viajará a Kiev para um encontro com o presidente Volodymyr Zelensky.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. O assunto hoje nos remete as imagens da CNN Brasil da invasão do Palácio do Planalto nos atos terroristas de 8 de janeiro que comprometem militares do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República, entre eles o general da reserva, Gonçalves Dias, que pediu exoneração do cargo de chefe do órgão. Confiram!
Está na Fórum
A bancada do PT na Câmara anunciou que entrará com denúncia contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no Conselho de Ética da Casa, por quebra de decoro parlamentar, após a tentativa de agressão e ameaças do filho do ex-presidente ao deputado Dionilso Marcon (PT-RS) nesta quarta-feira (19).
Durante sessão na Comissão de Trabalho, Eduardo Bolsonaro partiu para cima de Marcon, em uma clara tentativa de agressão física, e proferiu inúmeras ofensas e ameaças contra o petista.
O filho de Bolsonaro teria se irritado após Marcon questionar a facada sofrida por seu pai em Juiz de Fora (MG) na campanha eleitoral de 2018. “Te enfio a mão na cara e perco o mandato, mas perco com dignidade”, disparou Eduardo antes de se levantar para tentar agredir o petista.
“Filho da puta, viado e puto”, “vira homem”, “vai tomar no cu” e “enfiar uma faca no bucho dele pra ver se ele fala que é facada fake” foram alguns dos impropérios ditos por Eduardo Bolsonaro contra o parlamentar do PT.
À Fórum, Marcon deu detalhes do ocorrido. “Primeiro ele partiu para cima de mim com raiva, para me agredir fisicamente, ofendendo minha mãe, o povo LGBT, com palavras de ataque”, declarou.
Segundo o petista, Eduardo Bolsonaro já estaria “preparado” para atacar parlamentares governistas e as ilações começaram antes de qualquer discussão sobre a facada.
“Começou em primeiro lugar atacando todo mundo. Disse que o PT mandou matar o Celso Daniel, que a [deputada] Maria do Rosário fala contra as armas mas esses dias precisou de segurança, que o cara que esfaqueou o pai dele era do PSOL. E eu respondi que eu nunca tinha visto uma facada que não apareceu sangue, já estava preparado o pano branco. Foi isso”, revelou Marcon.
“Ele veio preparado para a comissão para fazer isso porque eles não queriam que a comissão funcionasse, sabiam que hoje seriam instalados os membros da Comissão de Ética da Câmara”, prosseguiu.
Para o petista, Eduardo Bolsonaro “não tem condições de continuar sendo parlamentar” após a cena de selvageria desta quarta-feira e, por isso, seu partido acionará o Conselho de Ética.
“Não estou aqui para disputar luta de boxe, estou aqui para disputar ideias. Sempre combati a violência e vou continuar combatendo. Então, ele tentou [a agressão] para ver se eu partiria para o mesmo jeito dele. Sempre disputei no campo das ideias e continuarei a fazer isso”, sentenciou Marcon.