O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
Está circulando nas redes sociais um vídeo em que Jair Bolsonaro (PL) está ao lado de apoiadores almoçando enquanto passa na televisão do restaurante uma peça publicitária da campanha do ex-presidente Lula (PT).
O vídeo viralizou nas redes sociais. “Queria deixar aqui meus parabéns para a equipe do Lula por ter estragado o almoço do Bolsonaro”, comentou o cientista social Leonardo Rossatto no Twitter ao compartilhar o vídeo.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje no “licença para matar” , que o presidente Bolsonaro, candidato a reeleição, implantou no país com a flexibilização para a compra de armas. O episódio, lamentável, de Roberto Jefferson no último domingo (23), recebendo agentes federais a bala por não acatar ordem de prisão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, é um exemplo disso. Confiram!
Está no portal Brasil 247
Um vídeo (veja acima) da prisão do bolsonarista Roberto Jefferson divulgado pelas jornalistas Malu Gaspar, do Globo, e Daniela Lima, da CNN, tem provocado revolta e divisão na Polícia Federal. O motivo: as cenas mostram um agente da PF conversando amigavelmente e rindo com o bandido que havia disparado tiros de fuzil e até granada contra seus colegas.
O agente da cena também ri e minimiza os ataques feitos por Jefferson, lembrando que os colegas “estão bem”. Ele tenta negociar a rendição do aliado de Bolsonaro, que resiste. O ex-deputado diz que não atirou nos policiais e que eles podem ter sido atingidos por estilhaços. “Não atirei neles. Eles sabem disso. Eles podem ter pego um rescaldo”, explica-se. O agente sinaliza compreender ou concordar.
Jefferson resistiu à prisão por cerca de oito horas neste domingo (23) em sua casa na cidade de Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, até que foi levado pela PF.
Para Daniela Lima, a cena “desqualifica os agentes que foram cumprir a ordem judicial”, uma vez que o representante da PF diz que os colegas são ‘burocratas’ e “ri quando Jefferson narra, nos moldes dele, o confronto”. “Nunca tinha visto polícia rir diante do sangue de um parceiro. Primeira vez. E rir COM o autor do atentado”, completou a jornalista, no Twitter.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo sobre o ataque do correligionário e eleitor de Jair Bolsonaro, Roberto Jefferson, com fuzil e granada reagindo a voz de prisão dada por policiais federais, por ter agredido verbalmente a ministra Cármem Lúcia em redes sociais, usando, inclusive, um vídeo. Confiram!
Está no Blog do Camarotti
Integrantes da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) receberam com preocupação a repercussão negativa do vídeo do ex-deputado federal Roberto Jefferson com ataques contra a ministra Cármen Lúcia.
No vídeo, o ex-deputado profere xingamentos contra a ministra por discordar de um voto dela em julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A avaliação é que o caso tem potencial pra prejudicar o próprio Bolsonaro, já que Jefferson é identificado como aliado fiel do presidente.
No momento em que a campanha tenta conquistar votos de eleitores indecisos e de centro, o vídeo do Jefferson caiu como uma bomba dificultando essa estratégia.
Líderes do Centrão ouvidos pelo blog avaliam que esse comportamento acaba afastando os eleitores indecisos e de centro, que repudiam esses tipos de ataques.
A onda de solidariedade que se formou em torno da ministra Cármen Lúcia foi indicativo de que o fato tem potencial para causar estrago na campanha, tanto que a ordem interna é de se afastar ao máximo de Jefferson, até então aliado do presidente.
A própria candidatura de Roberto Jefferson à presidência da República, depois indeferida pela Justiça Eleitoral, era um estratégia da campanha do Bolsonaro para ter uma espécie de linha auxiliar no primeiro turno e inclusive nos debates, papel que acabou sendo cumprido pelo candidato Padre Kelmon, que substituiu o próprio Jefferson na disputa como candidato do PTB.
Está no Blog do Valdo Cruz
Os senadores da oposição vão propor a criação de uma CPI para investigar empresários acusados de assédio eleitoral contra seus funcionários. Os casos denunciados ao Tribunal Superior Eleitoral deram um salto nesta eleição e já ultrapassaram 700 até a penúltima semana da eleição presidencial.
O senador Alexandre Silveira (PSD-MG) é o autor do pedido e acredita que até a próxima terça-feira (25) já terá as 27 assinaturas necessárias para protocolar a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito na mesa do Senado.
“Empresários aliados de Bolsonaro, não é a maioria do setor do país, mas é uma minoria que está coagindo seus funcionários a votarem no atual presidente. Isso é crime. Esses empresários vão ter de se explicar na CPI no Senado, não podem passar impunes”, afirmou o senador Alexandre Silveira ao blog.
Segundo ele, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) já assinou o requerimento e os dois vão trabalhar em conjunto para atingirem as assinaturas necessárias. “Nossa intenção é criar essa CPI ainda nesta semana, antes do segundo turno, para tentar parar com esse crime que uma parte do setor empresarial está cometendo”, disse o senador Alexandre Silveira
O senador Randolfe Rodrigues disse ao blog confiar que até terça-feira elas vão conseguir mais do que 30 assinaturas para criar a CPI para investigar empresários que está assediando seus funcionários.
“Vamos criar essa CPI e colocar esses empresários na comissão para que eles expliquem a quem estavam prestando serviço, isso é uma ação coordenada, não é um crime isolado”, disse Randolfe Rodrigues.