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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

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Pesquisas internas animam campanha de Lula e confirmam vantagem de seis pontos

Está na Agência Reuters

 Depois de dias de preocupação com uma aproximação do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas pesquisas, a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retomou ânimo com base em dados de levantamentos internos e decidiu focar a reta final da disputa pelo Palácio do Planalto nos Estados do Sudeste, de acordo com fontes ouvidas pelas Reuters.

Segundo as fontes, trackings internos da campanha nos últimos dois dias apontam para uma diferença de 6 pontos percentuais entre Lula e Bolsonaro, maior do que a última pesquisa Datafolha, que registrou apenas 4 pontos, o que configura empate técnico no limite da margem de erro.

Os mesmos trackings apontam ainda que Lula tem uma vantagem de 4 a 5 pontos em Minas Gerais, ao contrário do que diz Bolsonaro, que afirma ter virado o placar em Minas depois da vitória de Lula no Estado no primeiro turno.

No Nordeste, segunda região mais populosa do país, Lula manteria a larga vantagem que obteve no primeiro turno, mesmo depois de investidas bolsonaristas.

Os números internos normalmente não são usados externamente pelo PT, mas vazaram até como estratégia do partido para acalmar o clima de apreensão que havia começado a se instaurar entre a militância após as últimas pesquisas.

Decisões positivas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra notícias falsas que atingiram a campanha e dando direito de resposta a Lula em inserções que pertenciam a Bolsonaro, além da boa repercussão de algumas ações da campanha, deram também um ânimo extra à militância. No caso das inserções, a decisão foi suspensa, mas pode voltar depois da análise pelo plenário do TSE no sábado.

Nessa reta final, a nove dias da eleição, a intenção é fortalecer e reorganizar a militâncias nas redes e também nas ruas. No domingo, o ex-presidente tem um segundo encontro com influenciadores digitais sobre produção de conteúdos para esses últimos dias.

Uma campanha televisiva de ataques a Bolsonaro, incluindo o caso das meninas venezuelanas –em que o presidente usou a expressão “pintou um clima” ao comentar encontro com jovens de 14 e 15 anos–, e sua defesa do ditador paraguaio Alfredo Stroessner, também acusado de pedofilia, irá continuar, mas Lula não quer ficar respondendo acusações e notícias falsas criada pela campanha rival.

“Eu tenho dito que a gente não pode entrar no jogo rasteiro do Bolsonaro. A gente não pode ficar respondendo as bobagens que ele fala. É tudo que ele quer”, disse Lula durante entrevista em Juiz de Fora (MG) nesta sexta.

Minas e São Paulo

Lula vai concentrar os últimos dias em Minas Gerais e São Paulo. Nesta sexta, o ex-presidente foi a Juiz de Fora e Teófilo Otoni, e no sábado irá à zona metropolitana de Belo Horizonte. Na quarta-feira, a senadora Simone Tebet (MDB), terceira colocada no primeiro turno da disputa pelo Planalto, voltará ao Estado para fazer campanha em nome do ex-presidente.

Considerado um retrato do Brasil e segundo maior colégio eleitoral do país, Minas guarda o histórico de, desde a redemocratização, quem venceu ali venceu também a eleição nacional. No primeiro turno, Lula ganhou, por uma margem apertada.

As duas campanhas investiram pesado no Estado nesse segundo turno, com Bolsonaro obtendo o apoio do governador reeleito, Romeu Zema (Novo). No entanto, uma boa parte dos eleitores de Zema votaram em Lula na eleição nacional.

Perguntado sobre o que faria para tentar diminuir uma diferença de votos no Sudeste de 7 pontos percentuais, apontada pelo último Datafolha, Lula respondeu nesta sexta: “É por isso que estou aqui em Juiz de Fora, amanhã vou à zona metropolitana. Vim aqui pegar essa força de vocês. Nós vamos ganhar em Minas”, disse.

O ex-presidente encerrará a campanha com um ato em São Paulo na quarta-feira — último dia em que comícios são permitidos. Antes, na segunda, terá um ato em defesa da democracia também em São Paulo, para o qual chamou nomes como Henrique Meirelles, em mais uma tentativa de mostrar que conseguiu montar uma frente ampla em apoio a sua candidatura.

Uma preocupação que permanece é a do risco de abstenção alta nesse segundo turno, e que pode afetar diretamente a votação de Lula, mais concentrada na população de baixa renda. Uma ação impetrada pela Rede e pelo PSOL conseguiu que o Supremo Tribunal Federal (STF) garantisse a liberação pelas prefeituras de transporte público gratuito no dia da eleição, mas Lula tem enfatizado a necessidade da militância trabalhar para evitar que as pessoas deixem de votar, seja qual for o motivo.

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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo sobre a PEC do governo Bolsonaro pra retirar o reajuste de aposentados e assalariados com base na inflação do ano anterior, embora o ministro da Economia, Paulo Guedes, após a repercussão negativa tente negar. Confiram!

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Antes de decidir o seu voto assista o vídeo abaixo

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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo sobre a PEC do Governo Bolsonaro que não dará mais reajuste a aposentados e assalariados com base na inflação do ano anterior

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Ainda repercute o `pintou um clima´ de Bolsonaro sobre adolescentes venezuelanas. Ouça o que diz Simone Tebet

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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo da coação por parte de empresários para que seus empregados votem em Bolsonaro agora no segundo turno das eleições presidenciais. Já são pra mais de 400 denúncias junto ao Ministério Público eleitoral e ao ministério Público do Trabalho. Confiram!

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Em áudio, patrão confessa ter orientado funcionárias a colocar celular no sutiã para filmar voto na Bahia. Empresária do agro se retrata por ter orientado colegas a demitir pessoas por votarem em Lula

Está no g1

O g1 Bahia teve acesso, nesta quarta-feira (19), ao áudio de um empresário do setor do agronegócio que confessa ter orientado funcionárias, no oeste da Bahia, a colocarem “o celular no sutiã” para filmar o voto na urna eletrônica e comprovar, posteriormente, que votaram conforme sua imposição.

O caso de suposto assédio eleitoral é apurado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O órgão instaurou inquérito na segunda-feira (17) e deu dois dias para manifestação da defesa do ruralista.

Em um trecho, o empresário afirma: “Tinham cinco [funcionários que não concordavam], dois voltaram atrás. Das outras 10 que estavam ajudando na rua, todos tiveram que provar, filmaram nas eleições. Se vira, entrem com o celular no sutiã, que seja, vai filmar, se não, rua”.

O suspeito ainda revela que duas mulheres, que não aceitaram a imposição, o procuraram para dizer que vão filmar os votos no segundo turno.

“Filmaram e provaram que votaram. Duas não queriam e estão para fora, hoje já estão falando ‘eu vou votar no Bolsonaro agora’. Então vota, primeiro prova que nós contratamos de novo”, afirmou.

Ameaças em mercados

No áudio, o empresário também admitiu que mandou ameaçar donos de mercados da cidade de Formosa do Rio Preto, que fica no oeste do estado.

“Nós temos que fazer isso logo, a gente ameaça nos mercados de Formosa. Mesmo a gente não comprando muito neles, os funcionários da gente todos compram no mercado”, disse.

O homem conta ainda que mandou colocar as ameaças em dez grupos de aplicativos de mensagens como moradores da cidade. “O senhor estava certo, ‘bota para fora logo’. Eu também, lá em casa, os que estavam lá em casa eu tirei já”.

O que diz o MPT

O MPT informou que a circulação de áudios em redes sociais nos quais ele confessa uma série de atos ilegais envolvendo a coerção de trabalhadores a votar em determinado candidato à Presidência foi identificada pelo órgão.

Afirmou também que expediu recomendação para que o empresário imediatamente se abstenha de manter ou reiterar as práticas ilegais.

A procuradora Carolina Ribeiro, que atua no caso, também encaminhou ofício ao Ministério Público eleitoral com o relato dos fatos para que possa também adotar as medidas cabíveis.

Apesar de ter que ser concedido o prazo, o MPT informou que já prepara modelo de termo de ajuste de conduta a ser apresentado ao autor das declarações ilegais para que seja negociado logo na primeira audiência.

Casos no oeste baiano

Este é o segundo caso materializado por meio de provas que o MPT investiga nas eleições de 2022 no oeste baiano. A região é conhecida pela forte atividade de produção de commodities agrícolas e concentra propriedades rurais com intensa produção de grãos.

Outros seis casos também estão sob análise do órgão, que contabiliza somente na Bahia nove denúncias de assédio eleitoral.

De acordo com o MPT, no país esse número atingiu a marca de 419 casos, em um volume muito maior do que na última eleição presidencial, que ficou em 212.

Primeiro caso no oeste da Bahia

Em setembro deste ano, a empresária ruralista Roseli Vitória Martelli D’Agostini Lins assinou acordo com o Ministério Público do Trabalho, onde se comprometeu a não praticar atos de incitação ao assédio eleitoral.

Um inquérito foi aberto depois que ela postou um vídeo orientando que agricultores “demitam sem dó” os funcionários que votarem em Lula, candidato à presidência pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Roseli Vitória é de Luis Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Ela também teve que fazer uma retratação pública, nas redes sociais, e custear uma campanha de esclarecimento. Essa campanha será veiculada emissoras de rádio da região onde ela mora, e também na capital.

Na rede social, Roseli Vitória se apresenta como “aposentada, conservadora, avó de dois meninos maravilhosos, entusiasta pelos rumos que o Brasil está trilhando”. Em uma das postagens, feita no dia 26 de agosto, Roseli orienta os colegas ruralistas:

“Façam um levantamento. Quem for votar no Lula, demitam, e demitam sem dó, porque não é uma questão de política, é uma questão de sobrevivência. E você que trabalha com o agro e que defende o Lula, faça o favor, saia também”.

Na época da publicação, o g1 procurou a empresária, mas não obteve um posicionamento. O MPT também designou a coordenação estadual de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho e a chefia da regional baiana para dar suporte à atuação neste caso.

Clique aqui para ouvir o áudio

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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo sobre a retratação do presidente Jair Bolsonaro, candidato a reeleição, perante as jovens venezuelanas no caso que ficou conhecido como “Pintou um Clima”. Confiram

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Desabafo histórico de Seu Jorge contra o racismo e o ódio (Veja vídeo)

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