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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

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Deputada Isolda Dantas dá resposta a colega bolsonarista que fez `arminha´ em frente ao seu gabinete na ALRN

O deputado estadual Michael Diniz (SDD), parece desconhecer o que é decoro parlamentar, ou falta de decoro, melhor dizendo. Suplente do também bolsonarista, Kelps Lima (SDD), Michael Diniz, aparece em foto postada por Paula Castelo Branco fazendo o gesto da “arminha” com a provocação: “@MichaelDinizRN será que a ‘cumpanheira’ (sic) vai gostar dessa foto opressora e nada feminista? Kkkkkk”.

O “nobre deputado” deveria experimentar a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. E a sua assessora, Paula Castelo Branco, merecia no mínimo uma advertência da presidência da Casa. No mínimo.

A conferir!

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Deputado Otoni de Paula, intermediário da conversa entre Bolsonaro e parentes de Marcelo Arruda, já disse que receberia sindicalistas `na bala´

O deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), responsável por intermediar a ligação de Jair Bolsonaro com os irmãos do guarda municipal Marcelo Arruda, tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu (PR) assassinado pelo bolsonarista Jorge Guaranho no último sábado (9), já ameaçou receber “na bala” o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso ele ou seus apoiadores fossem à sua residência no Rio de Janeiro. 

A ameaça do parlamentar foi feita em abril, após Lula afirmar que manifestações realizadas em frente do Congresso Nacional “não movem uma pestana de um deputado” e sugerir que os atos fossem feitos na frente das casas dos parlamentares. “Não venha tentar visitar minha casa, porque vai ser na bala”, disse o bolsonarista na ocasião, durante um discurso na tribuna da Câmara dos Deputados.

A ligação de Bolsonaro para os irmãos de Marcelo Arruda – que são apoiadores do atual governo – aconteceu na tarde da terça-feira (13). Na chamada de vídeo, Bolsonaro tentou se distanciar da reponsabilidade de insuflar a violência por parte de seus seguidores contra adversários e buscar ganhos políticos com a iniciativa ao afirmar que estão querendo colocar o caso “no seu colo”. Ele também não se solidarizou com os familiares.

“A ideia é ter uma coletiva com a imprensa para vocês falarem a verdade, não é a esquerda ou a direita. A imprensa está tentando desgastar o meu governo”, disse Bolsonaro durante a ligação intermediada por Otoni. 

Pamela Silva, viúva de Marcelo Arruda, criticou o diálogo de Bolsonaro com os cunhados e afirmou que eles sequer estavam na festa que acabou na tragédia provocada pelo ataque do bolsonarista José Jorge Guaranho. 

“Os irmãos de Marcelo não estavam na festa, como eles podem ter concordado com o que o presidente falou?”, questionou Pamela. “Sabíamos que eles apoiavam o presidente, mas não imaginei que chegasse a esse ponto de eles deturparem a real história, dizer que o cara não foi por motivos políticos lá”, completou. 

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Janja canta em Ato Público em Brasília e dedica música `Lula lá´ a petista assassinado

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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje sobre o ministro Fábio Faria que quer tirar proveito de uma situação, ou seja, querer comparar o caso do anestesista estuprador, no Rio de J\aneiro, com o assassinato do militante petista em Foz de Iguaçu por um bolsonarista. Ambos são bandidos, o anestesista estuprador e o assassino bolsonarista

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Episódios de violência contra lideranças políticas aumentam 23% em 2022, mostra levantamento

Está no portal Brasil 247

Os casos de violência política e eleitoral registrados no Brasil no primeiro semestre de 2022 cresceram 23% em comparação com o mesmo período de 2020, quando foram realizadas as eleições municipais no Brasil. Segundo o Observatório da Violência Política e Eleitoral, formado pelo Grupo de Investigação Eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (GIEL/UNIRIO), naquele ano foram registrados 174 episódios de violência entre janeiro e junho, ante 214 contabilizados no mesmo período deste ano.

De acordo com o jornal O Globo, os dados envolvem ameaças, agressões e atentados contra políticos e seus familiares. Segundo a reportagem, “o relatório mais recente mostra que, de abril a junho deste ano, foram contabilizados 101 episódios, o que representa um aumento de 17,4% no número de casos em relação ao mesmo período em 2020”.

A contagem não registra a morte do militante petista Marcelo Arruda pelo terrorista bolsonarista Jorge José Guaranho, em Foz do Iguaçu (PR), no sábado (9). O assassinato deverá ser incluído no próximo boletim, que engloba os meses de julho, agosto e setembro.

Ainda segundo o estudo, foram registradas 24 mortes em 14  estados brasileiros, a maioria no Paraná, que registrou quatro homicídios do gênero. “Se considerados todos os tipos de violência política e eleitoral, no entanto, é São Paulo que lidera com 17 ocorrências, seguido por Bahia e Rio de Janeiro, com 10 cada um, Minas Gerais (8) e Paraná (7). Não foram identificados casos no Acre, Alagoas, Amapá e Roraima”, ressalta o periódico.

“As ameaças foram o tipo de violência mais frequente. Ao todo, 37 lideranças sofreram algum tipo de intimidação. Em seguida, aparecem as agressões, com 27 casos, os homicídios com 19 casos, nove atentados, cinco homicídios de familiares, dois sequestros, e também dois sequestros de familiares. E apesar de o Paraná ter registrado o maior número de assassinatos, a região que concentrou mais mortes desse tipo foi o Nordeste, com 10”, destaca a reportagem.

“O que a gente pode experimentar de novo, neste ano, é uma violência pós-eleitoral, que pode se alastrar em larga escala entre os eleitores. São duas coisas se combinando: o discurso de intolerância política e o outro, da fraude eleitoral, esse segundo principalmente próprio do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores. É o risco que a democracia está correndo”, diz o coordenador do GIEL, Felipe Borba.

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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo sobre o fato de que Bolsonaro não está blefando quando em seus arroubos insinua um golpe no país. Confiram!

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Bolsonaro diz dispensar apoio de quem `pratica violência contra opositores´ e critica esquerda. Veja o vídeo e tire suas conclusões

Está no g1

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou em uma rede social neste domingo (10) que dispensa o apoio de quem “pratica a violência contra opositores”. Na postagem, que, segundo Bolsonaro, é uma republicação de mensagem de 2018, o presidente também faz críticas à esquerda.

A publicação do presidente da República ocorre horas depois do assassinato de Marcelo Aloizio de Arruda, guarda municipal e tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu (PR), na própria festa de aniversário do petista. Na postagem, no entanto, Bolsonaro não menciona o crime.

“Independente das apurações, republico essa mensagem de 2018: dispensamos qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores. A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos”, afirmou Bolsonaro no Twitter.

Na publicação, o presidente diz esperar uma apuração séria. “Que as autoridades apurem seriamente o ocorrido e tomem todas as providências cabíveis, assim como contra caluniadores que agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 hora por dia”, declarou.

Marcelo Aloizio de Arruda foi morto pelo policial penal Jorge da Rocha Guaranho. Já ferido, Arruda reagiu e atirou contra Guaranho. Boletim de ocorrência cita que Guaranho chegou ao local da festa, que tinha temática petista e do pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva, gritando “aqui é Bolsonaro!”.

Até a última atualização desta reportagem, não havia uma informação precisa sobre o estado de saúde de Jorge Guaranho, que, nas redes sociais, apresenta-se como cristão, conservador e apoiador do governo Bolsonaro.

À RPC, o secretário de Segurança Pública de Foz do Iguaçu, Marcos Antonio Jahnke, afirmou que os indícios são de que o crime foi motivado por “intolerância política”.

Filho do presidente, o senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) comentou o episódio em uma rede social e relembrou a facada sofrida pelo pai na campanha presidencial de 2018.

“Repudio o atentado contra a vida do guarda municipal de Foz do Iguaçu. Um ato isolado e irresponsável, que absolutamente nada tem a ver com as pautas que defendemos para o Brasil. Não somos assim, não precisamos de mais ‘Adélios’, não podemos e não vamos nos igualar à esquerda”, disse Flavio, em referência a Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada em Jair Bolsonaro.


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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal Youtube. Falo hoje sobre a violência política que está imperando neste país. Confiram!

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Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje sobre o recuo do Partido Novo com relação a PEC Kamikaze. Confiram!

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Sachsida compartilha e depois apaga vídeo de homem derramando gasolina

Está no portal O Antagonista

Adolfo Sachsida, o ministro de Minas e Energia, compartilhou nesta sexta-feira (8) um vídeo que viralizou nas redes sociais. Nele, um cidadão derrama grandes quantidades de gasolina para celebrar a redução no preço do combustível.

“Enche essa porra aí! A gasolina baixou, é Bolsonaro!”, grita o cidadão no vídeo. “Deixa derramar, deixa!”

“Bom demais ver a alegria do brasileiro com a queda do preço da gasolina. Deixo meu abraço a esse brasileiro que não conheço, mas que alegrou meu dia com sua alegria e bom humor!!”, escreveu Sachsida em sua conta oficial no Twitter.

O Antagonista comenta: ainda bem que ninguém acendeu um fósforo ali nas cercanias da “comemoração”.

ATUALIZAÇÃO: o ministro de Minas e Energia apagou o tuíte, mas, como dizem nas redes sociais, o print é eterno (veja abaixo, no pé deste post).

Tuite de Adolfo Sachsida gasolina

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