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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
Jair Bolsonaro foi flagrado na segunda-feira (5) chorando durante um evento militar em Brasília. Segundo militares que estiveram com o ocupante do Palácio do Planalto em um almoço, Bolsonaro foi às lágrimas ao perceber que não terá apoio das Forças Armadas em uma tentativa de golpe contra o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A ficha caiu”, disseram militares a Andréia Sadi, do g1. “O que Bolsonaro ainda gostaria é de contar com um roteiro usando, por exemplo, a imagem de Forças Armadas como sócia em qualquer projeto de tumulto democrático: de contestação do resultado das eleições a bloqueios na posse do presidente eleito de Lula. Durante o evento com os militares, Bolsonaro não viu nenhuma sinalização de que teria respaldo da caserna para a aventura golpista. Isolado, entrou mudo e saiu praticamente calado”, conta a reportagem.
Um militar que participou do evento relatou que “Bolsonaro está diferente dele mesmo. Não interagiu, não brincou. Não me lembro nos últimos quatro anos de vê-lo introspectivo assim”.
Até mesmo militares mais próximos ao chefe do Executivo reconhecem seu isolamento. “Bolsonaro não tem assessor, tem claque, tem plateia. Essa plateia fala o que ele quer ouvir, não fala a verdade. Então, ele se isola”, disse o militar.
Está no g1
A ação no Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro movida pelo cantor Chico Buarque, por meio de seu advogado João Tancredo, era só para a retirada da canção “Roda viva” de uma postagem feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro.
Mas um imbróglio jurídico acabou fazendo com que o cantor tivesse que provar a autoria da canção para depois decidir onde ela poderia ser publicada ou não.
Diante da situação, o advogado João Tancredo decidiu abrir mão da ação negada pela juíza Monica Ribeiro Teixeira, que indeferiu a ação do artista contra Eduardo Bolsonaro, e entrar com uma nova.
Para não correr risco na nova empreitada, Tancredo vai provar o óbvio — segundo suas próprias palavras —, e anexar a cópia do manuscrito de “Roda viva”, cópias de disco, livros, além da documentação que possibilitem ao cantor ter o controle de sua obra e ter o pedido de retirada da canção do post finalmente atendido.
“Apesar de o próprio Eduardo Bolsonaro, no post que fez, ter dito que a música era do Chico Buarque, ou seja, ele mesmo reconhece a autoria, e de ser um fato público e notório, vamos juntar novos documentos na nova ação. Já estou providenciando imagens de livros, foto do disco e manuscrito da música para provarmos o óbvio”, disse.
Nova ação deve ser mais rápida
A ideia da nova ação é ainda o caminho mais curto para tentar ter seu pedido atendido na Justiça.
“Para entrar com um novo recurso, precisaria intimar o senhor Eduardo Bolsonaro que, como sabemos, está no Catar. Então prefiro encerrar essa ação, e abrir outra com tutela antecipada de urgência, em que um novo magistrado terá que analisar essa tutela imediatamente e só comunicar o senhor Eduardo sobre sua decisão”, explicou o advogado, que acredita que na segunda-feira (5) deve conseguir ingressar com a nova ação.
A ideia da nova ação é ainda o caminho mais curto para tentar ter seu pedido atendido na Justiça.
“Para entrar com um novo recurso, precisaria intimar o senhor Eduardo Bolsonaro que, como sabemos, está no Catar. Então prefiro encerrar essa ação, e abrir outra com tutela antecipada de urgência, em que um novo magistrado terá que analisar essa tutela imediatamente e só comunicar o senhor Eduardo sobre sua decisão”, explicou o advogado, que acredita que na segunda-feira (5) deve conseguir ingressar com a nova ação.
Na ação negada, Chico Buarque cobrava a retirada de sua música da postagem do deputado, pedia uma indenização de R$ 48 mil e publicação da sentença condenatória na mesma rede social em que o post foi feito.
“Roda Viva” foi composta em 1967, e apresentada ao público no III Festival da Música Popular Brasileira, que só aceitava canções originais e inéditas. No ano seguinte, ela inspirou peça teatral homônima de Chico Buarque, e que foi encenada pelo Teatro Oficina, de José Celso Martinez Corrêa.
A canção aparece creditada a Chico Buarque no Dicionário de Música Popular Brasileira Cravo Albin e no “Escritório Central de Arrecadação e Distribuição”, o Ecad.
Está no portal Brasil 247
O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) reagiu ao vídeo da deputada Carla Zambelli em que a bolsonarista defende um golpe e pede aos generais das Forças Armadas que não reconheçam a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva.
“Você será cassada e presa, Carla Zambelli! Depois da pistolagem na rua, acha também que pode incitar generais a golpe de estado? Esse atentado à democracia não é liberdade de expressão, é crime. Bandida, golpista, defensora de torturadores”, escreveu Valente pelo Twitter.
Ivan Valente@IvanValenteVocê será CASSADA E PRESA, CARLA ZAMBELLI! Depois da pistolagem na rua, acha também que pode incitar generais a golpe de estado? Esse atentado à democracia não é liberdade de expressão, é CRIME. BANDIDA, golpista, defensora de torturadores! @Zambelli22106:04 PM · 30 de nov de 2022