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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
O presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), anunciou na terça-feira (22), em plenário, que o colegiado vai avaliar na quinta-feira o requerimento de convocação do ministro da Educação, Milton Ribeiro. Para Castro, as ações de Ribeiro configuram tráfico de influência por ele supostamente favorecer alguns pastores.
Em gravação, Ribeiro disse que prioriza a liberação de verbas a prefeituras cujos pedidos foram negociados por dois pastores, Gilmar Santos e Arilton Moura, segundo reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”. No áudio, o ministro afirmou que atendeu a uma solicitação do presidente Jair Bolsonaro.
O ministro diz, com todas as letras, que, em primeiro lugar, vai levar os recursos para os municípios que mais precisam. E em segundo lugar, vai levar os recursos para os amigos do Pastor Gilmar. Se isso aí não for tráfico e influência, eu acho que não existe tráfico de influência, disse Castro.
O senador acrescentou que recursos públicos não podem ser tratados com essa leviandade, com essa leveza toda. De acordo com o jornal O Globo, Castro já mandou pautar o requerimento, que será apreciado na quinta-feira.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje sobre uma pesquisa que aponta que as cidades que mais apoiaram Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais em 2018, foram as que mais tiveram índice de mortalidade por covid-19 em 2021. Confiram!
Está no g1
Uma funcionária da TV estatal russa, Canal 1, interrompeu um programa ao vivo para protestar contra a guerra na Ucrânia.
A manifestante foi reconhecida como Marina Ovsyannikova. Ela apareceu durante a transmissão com um cartaz que dizia “Não acredite na propaganda. Eles estão mentindo pra vocês aqui.” Enquanto mostrava o cartaz, Marina gritava “Parem com a guerra. Não à guerra”.
Ela gravou uma mensagem separada de antemão na qual ela disse que tinha vergonha de ser uma funcionária do Canal 1.
“O que está acontecendo na Ucrânia é um crime e a Rússia é a agressora”, disse Marina, acrescentando que seu pai era ucraniano.
Depois disso, ela ainda chamou a atenção para a forma como a população russa responde às atitudes do Kremlin.
“Nós não protestamos quando o Kremlin envenenou Alexei Navalny. Nós silenciosamente observamos esse regime desumano. Agora o mundo inteiro virou as costas para nós, e nem dez gerações de nossos descendentes vão limpar essa guerra entre irmãos.”
Segundo a agência de notícias russa Tass, O Canal 1 disse que estava realizando uma revisão interna do incidente.
A TV estatal é a principal fonte de notícias para muitos milhões de russos e segue de perto a linha do Kremlin.
Especialistas apontam que ela deve responder processo por ter violado uma lei criada recentemente. Caso alguém divulgue informações que busquem descredibilizar o exército, essa pessoa poderá ser condenada a até 15 anos de prisão.
Reação da Ucrânia
Mikhail Podaliak, assesor da presidência na Ucrânia, fez uma publicação nas suas redes sociais onde criticou a Rússia e parabenizou a atitude de Marina.
“Eles não têm mídia livre, competição política, comícios de protesto. Qualquer protesto é um caminho direto para a prisão. O mais valioso é o ato de Marina Ovsyannikova”, disse ele.
Podaliak, além de assessor da presidência, faz parte do grupo de negociadores que conversa frequentemente com a Rússia para tentar chegar a um acordo diante da guerra.