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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
A ação aparentemente coordenada de certos grupos de comunicação para colocar em dúvida o documentário “Bolsonaro e Adélio – uma fakeada no coração do Brasil”, que superou 1,2 milhão de visualizações e cujo conteúdo não foi questionado por Jair Bolsonaro, chegou agora à BBC, braço de comunicação do governo britânico. Na noite de ontem, a jornalista Juliana Gragnani, da emissora, procurou a redação do 247, alegando que um de seus entrevistados comparou o trabalho de Joaquim de Carvalho, um dos jornalistas investigativos mais premiados do Brasil, à produtora olavista Brasil Paralelo.
Na sua mensagem, Juliana também sinalizou que confia na versão oficial do caso apresentada pela Polícia Federal. Em resposta, a direção do 247 informou que a comparação é descabida, uma vez que o Brasil 247 e a TV 247 possuem uma redação com os mais qualificados e premiados jornalistas profissionais do Brasil e também um conselho editorial com os mais respeitados intelectuais e juristas do País. O 247 também assinalou que, ao longo da história, muitas versões oficiais foram posteriormente derrubadas, como o caso das “armas de destruição em massa do Iraque”. Assim como foi feito com outros veículos que colocaram ou pretenderam colocar em xeque o trabalho de Joaquim de Carvalho, a repórter da BBC também foi convidada para um debate aberto, público e transparente sobre o caso.
Está na Revista Fórum
A imagem de estadista sóbrio que ilustra a capa da revista Veja desta semana está muito longe dos arroubos autoritários e desmazelo que Jair Bolsonaro (Sem partido) cultiva em seus quase três anos à frente da Presidência da República – e nos quase 30 no Congresso Nacional.
O vídeo acima da entrevista, divulgado pelo próprio Bolsonaro, no entanto, mostra que a imagem também está distante do figurino trajado para a conversa com os jornalistas Maurício Lima e Policarpo Júnior, este segundo chefe da Veja em Brasília – e que já foi acusado de acumular cargo como “funcionário” do bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Ao final de mais de uma hora e meia de entrevista, os jornalistas sentem-se satisfeitos com as frases de efeito ditas pelo presidente – como a que estampa a publicação: “a chance de um golpe é zero” -, que mostram um Bolsonaro mais manso, disposto a seguir como marionete da aventura golpista que começou em 2014 em redações e luxuosas salas da elite brasileira.
Está no portal Brasil 247
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, protagonizou na noite de ontem uma atitude inédita de desrespeito ao povo brasileiro, na cidade de Nova York. Ao ser confrontado com protestos, ele se levantou da poltrona no ônibus e mostrou o dedo do meio, num gesto obsceno que não necessita de explicação.
Queiroga assumiu o cargo após a saída do general Eduardo Pazuello e tem sido submisso ao negacionismo de Jair Bolsonaro, que, recentemente, suspendeu a vacinação de adolescentes no Brasil após o comentário de Ana Paula, uma ex-jogadora de vôlei, numa rádio de extrema-direita. Assim como Queiroga, Jair e Eduardo Bolsonaro também foram alvos de protestos em Nova York.