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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, protagonizou na noite de ontem uma atitude inédita de desrespeito ao povo brasileiro, na cidade de Nova York. Ao ser confrontado com protestos, ele se levantou da poltrona no ônibus e mostrou o dedo do meio, num gesto obsceno que não necessita de explicação.
Queiroga assumiu o cargo após a saída do general Eduardo Pazuello e tem sido submisso ao negacionismo de Jair Bolsonaro, que, recentemente, suspendeu a vacinação de adolescentes no Brasil após o comentário de Ana Paula, uma ex-jogadora de vôlei, numa rádio de extrema-direita. Assim como Queiroga, Jair e Eduardo Bolsonaro também foram alvos de protestos em Nova York.
Olá amigos e amigas! Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Uma das virtudes do documentário “Bolsonaro e Adélio, uma Fakeada no coração do Brasil”, do jornalista Joaquim de Carvalho, foi jogar luzes sobre pontos obscuros de um episódio controverso da campanha eleitoral de 2018, que foi a suposta facada em Bolsonaro. Este é o tema do meu comentário. Confiram
Olá amigos e amigas! Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo da sugestão do jornalista Ricardo Noblat à mídia corporativa no sentido de fazer uma mea culpa sobre a cobertura da farsa da Lava Jato. A grande imprensa deveria também rever seus conceitos sobre a cobertura da suposta facada sofrida por Bolsonaro. O jornalista Joaquim de Carvalho, do portal Brasil 247, produziu um excelente documentário sobre o assunto. Quem estiver interessado em conhecer o trabalho investigativo realizado por Joaquim de Carvalho sugiro ver o documentário “Bolsonaro e Adélio – Uma fakeada no coração do Brasil”, clicando aqui.

Está no portal Brasil 247
“O fracasso das manifestações de domingo contra Bolsonaro ensina que brincando de cubo não se elege presidente”, diz o colunista Elio Gaspari em sua coluna publicada pelo jornal Folha de S.Paulo. “Se elegesse, Geraldo Alckmin estaria no Planalto. Em 2018 ele tinha cinco minutos e meio no horário gratuito de televisão, contra poucos segundos de Bolsonaro. Tinha também os blindados do PSDB contra o estilingue do PSL”.
De acordo com o colunista, “o pessoal que brinca de cubo soma fatores como notoriedade, grana de todas as caixas, tempo de TV e apoios partidários”. “De vez em quando, tentam alavancar uma celebridade da telinha. Contudo, Collor elegeu-se porque apresentou-se como o ‘Caçador de Marajás’, e Bolsonaro com uma mistura de antipetismo com ‘nova política’ (ninguém sabia o que era isso, mas foi-se em frente)”, diz.
“Brincar de cubo, como jogar gamão, é um hábito do andar de cima. Na essência, a brincadeira considera irrelevante a vontade popular. Assim, tanto no caso de Collor como no de Bolsonaro, deu no que deu: ambos aninharam-se no centrão”.
Foto reproduzida da Internet