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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Amigos e amigas do Blog. Hoje falo a respeito da diferença de como a governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra (PT) e o prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB), tratam a crise sanitária que o estado e a capital potiguar enfrentam. Enquanto a governadora vai atrás de recursos e move montanhas atrás de vacinas contra a covid-19, pensando na saúde e na vida do povo, o prefeito Álvaro Dias, alvo de críticas da imprensa nacional, prefere transformar a pandemia numa bandeira de campanha.
Está no site da Fórum
Durante transmissão ao vivo realizada nesta quinta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro voltou a usar seus eventos presidenciais para rebater o discurso histórico do ex-presidente Lula, concedido em coletiva realizada no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na quarta-feira (10).
“Eu quero aqui rapidamente… Em especial àqueles que nos criticam sem qualquer base. ‘Ah, ele abandonou o tratamento do Covid’, ‘é anti-vacina’, ‘ele falou que era uma gripezinha’. Estou esperando alguém mostrar um áudio ou um vídeo meu dizendo que era uma gripezinha”, disse Bolsonaro, repetindo uma mentira que havia dito em novembro.
Ops! Tá aí o vídeo acima, presidente!
Ele prossegue, deixando claro que falava de Lula: “Aqueles que dizem que sou terraplanista. O ‘carniça’ ontem falou que eu devia procurar o Marcos Pontes para dizer para mim que a terra é redonda. Olha a qualidade do meu ministro e a qualidade dos ministros do presidiário. E não só o da Ciência e Tecnologia, todos os ministros”.
Na sequência, Bolsonaro ainda rebateu as críticas sobre a demora em comprar vacinas contra a Covid-19, em especial a da Pfizer. Os três temas apareceram no discurso de Lula.
“Era preciso priorizar o dinheiro e comprar as vacinas que pudesse comprar em qualquer lugar do planeta Terra. Nós tivemos momentos que teve vacina que a gente sequer aceitou. A própria Pfizer tentou oferecer vacina, e a gente não quis, a Organização Mundial da Saúde. Porque nós tínhamos um presidente que inventou uma tal de cloroquina. Nós tínhamos um presidente que falava que quem tem medo do covid é maricas, que o covid era uma gripezinha, que o covid era coisa de covarde, que ele era ex-atleta, e que portanto ele não ia pegar. Esse não é o papel, no mundo civilizado, de um presidente da República”, disse Lula na quarta-feira.
Gripezinha
Essa não é a primeira vez que Bolsonaro tenta se distanciar da fala sobre “gripezinha” após o país ter visto a gravidade da doença. Apesar de dizer que nunca tratou a doença dessa maneira, durante entrevista coletiva realizada em 20 de março, o presidente deu a seguinte declaração: “Depois da facada, não vai ser gripezinha que vai me derrubar, não. Tá ok? Se o médico ou o Ministério da Saúde recomendar um novo exame, eu farei. Caso contrário me comportarei como qualquer um de vocês aqui presente”.
Quatro dias depois, em pronunciamento em rede nacional, ele repetiu a expressão falando que não sentiria os efeitos da doença por um suposto “histórico de atleta”.
Efeito Lula
Desde a decisão do ministro Edson Fachin, do STF, de anular todas as condenações de Lula, Bolsonaro tem atacado o ex-presidente e buscado responder às críticas do petista, o mandatário até voltou a usar máscara de proteção em cerimônia oficial. Segundo o colunista Tales Faria, do Uol, Bolsonaro teria entrado “em pânico” após o discurso de São Bernardo.
por Carlos Alberto Barbosa
O jornalismo tupiniquim principalmente o rádiojornalismo na capital potiguar está servindo de palanque político-eleitoral para profissionais de imprensa que vestem a camisa da oposição ao governo petista da professora Fátima Bezerra. Alguns destes profissionais chegam a ser impertinentes quando usando o microfone ou se utilizando das redes sociais.
Com todo o respeito que tenho a Ênio Sinedino, e sabedor de suas opiniões políticas, bastante claras, o que de certa forma dita a linha editorial da emissora, e não o crítico por isso, até porque é mito se pensar em imparcialidade no jornalismo, mas em momento algum o vice-governador Antenor Roberto, até pela sua história política, pediu o cerceamento da palavra do “jornalista” Gustavo Negreiros, conforme disse no ar Ênio Sinedino.
O que o vice-governador disse em claro e bom som ( veja vídeo) é que a emissora não deveria aceitar o comportamento de Gustavo Negreiros “porque ele destrata as pessoas” com palavras chulas, o que não deixa de ser nenhuma inverdade. Aliás, não custa lembrar que Gustavo Negreiros foi demitido da mesma emissora após atacar, de forma grosseira, a ativista sueca Greta Thunberg. Ele apresentava o programa 96 Minutos, no horário do meio-dia, na época.
Todos sabemos o comportamento antiético de Gustavo Negreiros não medindo palavras para agredir as pessoas. Um “profissional ” sem compostura, daí Antenor Roberto dizer pra Ênio Sinedino não aceitar esse seu comportamento.
No entanto, Ênio Sinedino, de forma abrupta e desrespeitosa com o vice-governador Antenor Roberto, cortou a sua palavra e determinou o encerramento da entrevista, também num outro desrespeito, desta vez com os seus ouvintes.
Lamento que uma emissora séria como é a 96FM, da qual já tive oportunidade de participar de mesas redondas no Jornal 96, com o colega Diógenes Dantas, tenha tomado uma atitude desrespeitosa e antidemocrática contra um vice-governador de Estado.
Fica aqui a minha solidariedade ao vice-governador Antenor Roberto a quem conheço de longas datas como profissional de imprensa e sei da sua trajetória política democrática e de diálogo.
Meus amigos e minhas amigas. O BB News TV fala hoje sobre o discurso épico do ex-presidente Lula na sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo. Lula disse que a sua dor por ter passado 580 dias preso injustamente na Polícia Federal, em Curitiba, não era maior do que a dor de muitos brasileiros desempregados ou que estão à beira da morte em UTIs devido a falta de uma política sanitária no país por parte do governo federal. Como um verdadeiro estadista, Lula agradeceu ainda aos políticos que lhe deram apoio e a solidariedade do Papa Francisco