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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

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Relembrando: Bolsonaro: `CNBB é a parte podre da Igreja católica´

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Ele sabia! VÍDEO mostra Bolsonaro e empresários juntos combinando apoio; doação de empresas é ilegal e caixa dois

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Em discurso a manifestantes, Bolsonaro fala em banir opositores e diz que Lula apodrecerá na cadeia

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Em vídeo, filho de Bolsonaro diz que para fechar o STF basta ‘um soldado e um cabo’

Está no G1

Em um vídeo que circula nas redes sociais, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e parlamentar que teve a maior votação nesta eleição, afirmou que “se quiser fechar o STF […] manda um soldado e um cabo”.

Em tom de ameaça, durante uma palestra feita antes do primeiro turno das eleições, ele dissse que se o STF impugnar a candidatura do pai “terá que pagar para ver o que acontece”. “Será que eles vão ter essa força mesmo?”, pergunta.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de o Supremo Tribuna Federal impedir que Bolsonaro assumisse a presidência se ele vencesse no primeiro turno das eleições e se o Exército poderia agir nesse caso, o deputado respondeu:

“Aí já está encaminhando para um estado de exceção. O STF vai ter que pagar para ver. E aí quando ele pagar para ver, vai ser ele contra nós. Você tá indo para um pensamento que muitas pessoas falam, e muito pouco pode ser dito. Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa – recebeu uma doação ilegal de cem reais do José da Silva e então impugna a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, não. Mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá: se quiser fechar o STF, você sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo não.”

Repercussão

Ao ser questionado sobre a afirmação neste domingo (21) e antes de saber que a fala era de seu filho, Jair Bolsonaro afirmou: “Não existe crítica sobre fechar STF. Se alguém falou em fechar STF, precisa consultar um psiquiatra”. Quando foi informado ao presidenciável que era seu filho que havia falado sobre fechamento do Supremo, ele disse: “Eu desconheço. Duvido. Alguém tirou de contexto.”

Durante entrevista em São Luís (MA), Haddad classificou a família de Bolsonaro como “grupo de milicianos” e “gente de quinta categoria”, ao ser perguntado sobre as declarações de Eduardo Bolsonaro no vídeo.

“O filho dele chegou a gravar um pensamento, se é que pode se chamar assim o que eles falam, em que diz que vai fechar o Supremo Tribunal Federal, se eles desafiassem o Poder Executivo. Mandariam um cabo e um soldado, nem de jipe precisaria”, afirmou Haddad. “Esse pessoal é uma milícia. Não é um candidato a presidente. É um chefe de milícia. Os filhos deles são milicianos, são capangas. É gente de quinta categoria.”

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comentou a fala de Eduardo Bolsonaro no Twitter: “As declarações do dep. E Bolsonaro merecem repúdio dos democratas. Prega a ação direta, ameaça o STF. Não apoio chicanas contra os vencedores, mas estas cruzaram a linha, cheiram a fascismo. Têm meu repúdio, como quaisquer outras, de qualquer partido, contra leis, a Constituição.”

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, afirmou: “Eu tive conhecimento, me foi trazido pela assessoria o vídeo e me foi trazido ao conhecimento que o vídeo já foi desautorizado pelo candidato. De qualquer sorte, o que eu tenho a registrar, embora não sendo presidente do Supremo Tribunal Federal e sim do Tribunal Superior Eleitoral, que no Brasil as instituições estão funcionando normalmente e juiz algum no Brasil… os juízes todos no Brasil honram a toga e não se deixam abalar por qualquer manifestação que eventualmente possa ser compreendida como de todo inadequada.”

Até a última atualização desta reportagem o STF não havia se manifestado sobre as afirmações de Eduardo Bolsonaro.

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Geraldo Azevedo – Canção da Despedida

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Caetano Veloso – Tropicália

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Quem conhece a verdade não vota #Nele

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Empresa britânica que atuou na campanha de Trump usando fake news está trabalhando para o candidato ultra-direitista à Presidência do Brasil

Em 2016 , a campanha de Donald Trump foi acusada de manipular a opinião pública dos EUA através de fake news. O escândalo ficou conhecido por envolver dados pessoais coletados através do Facebook por uma empresa chamada Cambridge Analytica que está atuando na campanha do candidato à Presidência do Brasil, o ultra-direitista Jair Bosonaro. Veja e ouça o vídeo acima atentamente.

Coincidência ou não, na semana passada o Facebook informou que os hackers responsáveis por um ataque à rede social descoberto em setembro tiveram acesso às contas de cerca de 29 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato dos usuários.

A empresa informou no dia 28 de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo o acesso a quase 50 milhões de contas de usuários, mas não confirmou, na época, se as informações haviam sido realmente roubadas.

Em nota, a empresa disse que, em 15 milhões de contas, os invasores acessaram nomes e detalhes de contato (incluindo número de telefone, e-mail ou ambos), dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.

Em outras 14 milhões de contas, os hackers também acessaram outros detalhes, incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ​​para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados (Confira na íntegra o comunicado oficial).

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49 anos após seu pai ter os direitos políticos cassados, Carlos Eduardo Alves, sobe num palanque ao lado de um general. Isso me faz lembrar “Blowin`In The wind”

A ganância pelo poder não tem limites, ainda mais quando não se tem um projeto de governo, mas sim um projeto de poder para manter viva a chama de uma oligarquia que há mais de cinquenta anos se reveza no poder no Rio Grande do Norte com adversários oligarcas, também. Falo do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), que agora no segundo turno na disputa direta com a candidata do PT, Fátima Bezerra, faz de tudo para conquistar votos, inclusive, rasgando a bandeira de centro-esquerda do seu partido, o PDT, que já anunciou apoio a Fernando Haddad (PT), para presidente. Carlos Eduardo Alves está apoiando o candidato de ultra-direita à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Portanto, 49 anos após seu pai – Agnelo Alves, já falecido – ter os direitos políticos cassados, Carlos Eduardo Alves, sob num palanque ao lado de um general para apoiar o capitão da reserva Bolsonaro.

Este final de semana Carlos Eduardo Alves recebeu em seu palanque o general Girão, após uma carreata em Natal. Aliás, as movimentações de Carlos Eduardo Alves não estão sendo em nome dele, e sim em nome do ultra-direitista Jair Bolsonaro, na tentativa de ganhar apoios de eleitores que votam no capitão da reserva. Não custa recordar que o candidato que Carlos Eduardo Alves vai apoiar para presidente diz coisas absurdas como “o único problema da tortura na ditadura é porque não matou”, “tive quatro homens depois dei uma fraquejada e veio uma mulher”, “você não merece ser estuprada porque é feia”, “mulher tem que ganhar menos porque engravida”, “quilombolas não servem nem para procriar”, entre outras atrocidades, como “nordestino só serve para votar”.

Certamente possamos encontrar as respostas para essa atitude de Carlos Eduardo Alves, quando esquece que seu pai – Agnelo Alves – teve os direitos políticos cassados pela ditadura militar, na famosa música “Blowin`In The wind”, de Bob Dylan e seu atemporal rock de protesto. Afinal, ‘quantos anos algumas pessoas podem existir até que permitam ser livres? Sim, e quantas mortes causará até saber que outras morreram? E quantas vezes um homem pode virar  a sua cabeça e fingir que ele simplesmente não vê? A resposta meu amigo está soprando ao vento”.

E como bem disse o eterno Pink Floid, Roger Walter, “o vento nos sopra que combater o nazismo, o fascismo e toda a forma de violência ainda é preciso, pois a paz ainda não venceu a guerra”. E completa: “Não é tempo para silêncios”

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Isto não é um poema! Perfeito Arnaldo Antunes

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