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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está na Revista Fórum
Alguns eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) estão levando para a cabine de votação armas de fogo. Além disso, ainda fotografam e gravam vídeos dos revólveres (veja acima). Ou seja, tudo que a justiça eleitoral não permite, caracterizando crime eleitoral. Essas imagens estão viralizando nos grupos de apoiadores do candidato militar.
A atitude de fotografar e filmar a cabine de votação, e ainda com armas, foi uma resposta dos apoiadores de Bolsonaro a um apelo de seu filho, Eduardo Bolsonaro, candidato a deputado federal pelo PSL. Ele pediu, em suas redes sociais, para que os eleitores do pai gravem e filmem ao vivo seus locais de votação, o que é crime eleitoral.
A Lei Eleitoral 4737/65 proíbe que se tire qualquer tipo de foto ou grave vídeos durante a votação, incluindo fotos da urna e selfies na cabine.
Mesmo assim, Eduardo Bolsonaro postou: “Prezados, em caso de problemas com a urna filmem, de preferência gravem lives e falem o estado zona e seção onde está ocorrendo o problema”.
O convite para a reunião, que levava a logomarca da campanha “Robinson 55” e com o slogan “Venha fazer parte desse time vencedor”, e tinha como apelo “Amigos do 55”, foi formulado em grupos de redes sociais fechado e levava a assinatura de Robinson Faria e Tião Couto, chamando a atenção para a indispensável presença de TODOS. Algumas pessoas portavam botons das campanhas de Robinson e de Fábio Faria.
Dizia o convite: “Venho através desta, de ordem do diretor-geral do Detran, convocar a todos os servidores e colaboradores, disse TODOS, para uma reunião próxima quarta 05/09 às 18h, pontualmente, no Hotel Maine, em Natal. A presença de cada um é indispensável”.
O convite foi gerado nas redes de grupos do Detran/RN por Aretta Natália Figueiredo Barreto, que tem o cargo de assessora executiva C-1 no Detran/RN.
A direção geral do órgão, tendo a frente o diretor-geral Luiz Eduardo Machado Pereira, o chefe de Gabinete Erivaldo Medeiros de Oliveira, a assessora executiva C-1 Maria Wiliana dos S. Freitas, a assessora executiva C-1 Maria Valeska Duarte dos Santos, a assessoria executiva C-1 Maria Eurides de Oliveira Meirelles e o assessor executivo Welson Farias de Oliveira, subscreveram o convite.
Na reunião Robinson Faria não só pediu voto pra ele, mas como também para o seu filho Fábio Faria e o deputado estadual Gustavo Carvalho, presente ao evento. E apelou numa forma velada de fazer pressão entre os servidores :
“Quem está sendo julgado agora pelo povo, não é só o governador, somos todos nós que trabalhamos no governo”.
Não é a primeira vez que o governador usa a máquina nesta campanha. A Secretaria Estadual de Saúde usando o setor de Regulação e o caso dos outdors, são exemplos claros de como o governo vem usando de métodos pouco republicanos para tentar se reeleger.
Está no site Congresso em Foco
O candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) reagiu a uma pergunta durante ato de campanha em Boa Vista (RR) neste sábado. O candidato xingou um homem que acompanhava a coletiva de imprensa de “filho da puta” e exigiu que ele fosse retirado da coletiva e preso (veja o vídeo mais abaixo), acusando-o de “ser do Romero Jucá”, senador do MDB pelo estado.
A pergunta feita pelo homem foi encarada pelo candidato como provocação. “Vá pra casa do Romero Jucá, seu filho da puta. Pode tirar esse daqui, esse daqui é do Romero Jucá. É do Romero Jucá, tira ele. Prende ele aí”, reage Ciro.
Segundo a assessoria de imprensa do candidato do PDT, o homem que se identifica como jornalista estava ali a mando do senador do MDB exclusivamente para provocar Ciro.
Em reportagem em vídeo do jornal Estadão, o repórter do jornal, que acompanha o candidato durante a campanha, conta que o homem xingado pelo candidato afirmou que queria “levar um tapa ou uma ovada do Ciro”.
No vídeo, o candidato responde a questões sobre a crise causada pelo fluxo de imigrantes venezuelanos no estado de Roraima. O homem, identificado como jornalista, pergunta ao candidato se ele reafirmaria ter chamado manifestantes contra o fluxo migratório de “canalhas, desumanos e grosseiros”.
Em meados de agosto, brasileiros expulsaram venezuelanos de Pacaraima (RR), fronteira com a Venezuela, destruindo, colocando fogo em acampamentos e agredindo refugiados venezuelanos que estavam na cidade. O estopim foi um assalto a um comerciante brasileiro que foi cometido por venezuelanos, segundo as autoridades no estado.
Naquela época, Ciro classificou os atos como “desumanidade, grosseria e canalhice” em entrevista coletiva, em que também afirmou que “pela primeira vez na vida, senti vergonha de ser brasileiro”.