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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
“Geraldo Alckmin, candidato a presidente da República. Me dirijo a você, a você, pelas falsidades que têm colocado em seu programa eleitoral, e eu não posso silenciar em homenagem ao povo do Brasil. Você diz que a educação foi um desastre. Pois você sabe quem foi o meu ministro da Educação, foi o Mendonça Filho, do DEM, partido que apoia sua candidatura. Mendonça fez um belíssimo trabalho”, diz.
O presidente segue os mesmos comentários referindo-se a aliados de Alckmin que comandaram, em seu governo, os ministérios da Saúde, da Indústria e Comércio e do Trabalho.
“Lembro quando você foi candidato a governador e presidente, nas vezes que te apoiei precisamente para esses cargos, acho que você era diferente. Não atenta o que dizem os seus marqueteiros, atenta apenas a verdade, e a verdade significa que nós fizemos muito por essas áreas conduzidas por aqueles que hoje apoiam sua candidatura”, contra-atacou.
Como já demonstrou o site Brasil 247, há decisões oficiais, tanto de ministros, como da Procuradora Geral da República (PGR), além da Súmula Vinculante 25, que demonstram inequivocamente que a jurisprudência afirma que o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos – do qual o comitê é resultado e parte – está acima da lei ordinária, ou seja, acima da Lei da Ficha Limpa. O primeiro deles foi “STF e Dodge têm consenso sobre Tratados da ONU acima da lei brasileira” e o segundo teve como título “Liminar da ONU em favor de Lula suspende efeitos da Lei da Ficha Limpa”.
Agora, segue um vídeo de uma intervenção do ministro Luís Roberto Barroso em plenária do STF que decidia sobre o voto avulso (sem partido), no qual o status supralegal (acima da lei nacional) dos tratados internacionais sobre direitos humanos foi reconhecido por ele de maneira enfática.
Note que Barroso defende que estes tratados devem ter caráter constitucional, ou seja, ainda mais poderoso do que a jurisprudência define. Essa é uma posição defendida por outros ministros, liderada por Celso de Melo, e também pela PGR, Raquel Dodge. Ou seja, ninguém entende que o tratado esteja abaixo das leis internas, é exatamente ao contrário.
Barroso é quem, como relator, irá definir inicialmente no TSE sobre a candidatura, num cenário completamente diferente de quando assumiu a relatoria: uma liminar do comitê encarregado de zelar pelo cumprimento do Tratado de Direitos Civis e Políticos da ONU garante a Lula o direito de concorrer. E agora?
No primeiro vídeo da abertura da campanha do PT a Presidência, Haddad e Lula são os personagens principais e evocam a figura de Lula como o líder central da candidatura petista. Haddad diz que irá percorrer o país, para “levar as idéias de Lula” e levar para as ruas o “grito de Lula
Livre”.
No vídeo, o ex-prefeito pede para que se leve o “grito de Lula livre para as ruas”. Ao final, ele faz a letra L com a mão direita. O nome de Haddad também aparece com destaque junto à marca da campanha.