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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Colaboradora do blog participa de Seminário no RS

“Uma cultura digital, móvel e afirmadora da subjetividade” é o título do trabalho acadêmico da professora, jornalista e colaboradora do blog Stella Galvão, do curso de Cinema, Jornalismo e Publicidade e Propaganda da UnP (Universidade Potiguar), aprovado para apresentação no XI Seminário Internacional da Comunicação, entre os dias 16 e 18 de novembro, na Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. A proposta foi selecionada pelo Grupo de Trabalho “Tecnologias do Imaginário e Cibercultura”, sob a coordenação do professor Eduardo Pellanda, da PUC/RS.

Sob o tema “Mídias Locativas e Transmídia: De que meios estamos falando?”, o Seminário que ocorre a cada dois anos, este ano homenageará o canadense Marshall McLuhan (1911-1980), que propôs conceitos até hoje debatidos como os da “aldeia global e “o meio é a mensagem”. Entre os conferencistas, nomes de peso como Eric McLuhan, diretor de Estudos de Mídia no Instituto Harris for the Arts (Toronto, Canadá), Federico Casalegno (Massachusetts Institute of Technology – MIT, Cambridge, EUA), Jean-Bruno Renard (Universidade Paul-Valéry – Montpellier III, França), entre outros.

No resumo do trabalho, a professora Stella contextualiza a abordagem que fará: “As práticas ligadas às tecnologias da cibercultura têm configurado a cultura contemporânea como uma cultura da mobilidade. As últimas décadas do século XX e seu formidável aparato tecnológico abalaram uma das mais impactantes condicionantes da ação do homem – o espaço. As novas tecnologias não são simples ferramentas a serem aplicadas, mas processos a serem desenvolvidos. Usuários e criadores podem tornar-se a mesma coisa. Neste processo, usuários podem assumir o controle da tecnologia, redefinindo e reformulando processos enquanto exercitam um modelo de subjetividade digitalmente conformada”.

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