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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no g1
Mais um dos efeitos da alta recente de juros no Brasil foi o sumiço das ofertas públicas de ações, os IPOs. Depois de um recorde em 2021, com 45 ofertas, o país fechou o ano seguinte com nenhuma empresa se lançando à bolsa. E, neste ano, a tendência não é de melhora.
Até maio, nenhuma companhia brasileira decidiu listar suas ações, e muitas das que pretendiam se lançar não têm previsão de retomar os planos.
O assunto não interessa apenas ao mercado financeiro: é uma mostra de como um recurso importante para que empresas captem dinheiro e possam investir em planos de expansão se esgotou por condições ruins de mercado.
Um relatório da consultoria EY, antecipado ao g1, mostra que o mercado global de IPOs encolheu em 61% no volume financeiro movimentado neste primeiro trimestre de 2023, chegando a US$ 21 bilhões. Foram 299 IPOs no mundo todo, também uma queda de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Quem encabeça a lista, porém, não poderia estar mais longe daqui: a região da Ásia-Pacífico foi responsável por 59% dos negócios globais de IPOs. Na região das Américas, da qual o Brasil faz parte, foram 40 negócios e US$ 2,6 bilhões em receitas, sendo 31 nas bolsas dos Estados Unidos.
Em suma, são menos empresas dispostas a investir, criar empregos e agitar os negócios.
Para Rafael Santos, sócio e especialista em IPO da EY Brasil, há uma mistura entre fatores internos e externos que paralisaram o mercado, e são questões que demoraram mais que o previsto para se resolver.
“Por mais que tenhamos um aumento expressivo de investidores pessoas físicas, um IPO no Brasil chega a ter 50% das operações vindas de investidor internacional. Então, a conjuntura precisa se arrumar aqui e lá fora”, diz Santos.
Com a “janela” para novos lançamentos fechada, o especialista prevê uma nova boa fase para o mercado de capitais assim que houver uma arrumação dos aspectos macroeconômicos. Mas os desafios da saída da pandemia, com intensidade acima da média, ainda devem levar algum tempo para desatar os nós do mercado.
“Temos empresas preparadas, mas o momento é de ‘arrumar a casa’. Empresas maiores ainda conseguem acessar dívida, mesmo que esteja mais cara. Mas empresas médias têm recorrido aos fundos de investimento”, afirma.
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