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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Comissário da ONU alerta que ação humanitária na Faixa de Gaza vai parar por falta de combustível

Philippe Lazzarini, Comissário Geral da Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados Palestinos (Acnur) alertou que sem a entrada de combustível na Faixa de Gaza sitiada, a ação humanitária irá parar, informa a agência palestina de notícias Wafa.

“Em três dias, a Acnur ficará sem combustível, o que é fundamental para a nossa resposta humanitária em toda a Faixa de Gaza”, disse ele num comunicado. 

“Sem combustível, não haverá água, nem hospitais e padarias funcionando. Sem combustível, a ajuda não chegará a muitos civis necessitados desesperadamente. Sem combustível, não haverá assistência humanitária. Nenhum combustível irá estrangular ainda mais as crianças, as mulheres e o povo de Gaza”, afirmou o Comissário-Geral da Acnur.

“A Acnur é o maior ator humanitário na Faixa de Gaza. Sem combustível, falharemos com o povo de Gaza, cujas necessidades crescem a cada hora, sob a nossa supervisão. Isto não pode e não deve acontecer. Apelo a todas as partes e àqueles com influência sobre elas para que permitam imediatamente o fornecimento de combustível à Faixa de Gaza e garantam que o combustível seja estritamente utilizado para evitar um colapso da resposta humanitária. A Acnur acolhe atualmente mais de meio milhão de pessoas dos quase 1 milhão de deslocados em toda a Faixa de Gaza”, acrescentou.

Lazzarini saudou a entrada de comboios de ajuda em Gaza, sublinhando, no entanto, que estão longe de ser suficientes. “Para ser significativo, Gaza precisa de uma linha de abastecimento humanitário ininterrupta e ampliada”, disse ele.

O primeiro comboio de 20 caminhões transportando alimentos, água e suprimentos médicos, mas sem combustível, entrou na Faixa de Gaza vindo do Egito através da passagem de Rafah em 21 de outubro e em 22 de outubro, a passagem de Rafah com o Egito foi reaberta pelo segundo dia consecutivo, permitindo a entrada de um mais 14 caminhões que também transportavam alimentos, água e material médico, mas sem combustível. Isto equivale a cerca de três por cento do volume médio diário de mercadorias que entram em Gaza antes das hostilidades.

Foto reproduzida da Internet

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