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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O ano caminha para o seu final e nada dos resultados que apuram escândalos como o foliaduto – desvio de mais de R$ 2 milhões de recursos públicos através da FJA -, dos grampos [escuta telefônica sem autorização do MP de políticos, empresáros e jornalistas], e os mais recentes, as operações Impacto, na Câmara Municipal de Natal, envolvendo pelo menos oito vereadores em denúncias de esquema de corrupção, e a Sal Grosso, em Mossoró, também denúncias semelhantes às da CMN, como também a do superfaturamento da ponte Newton Navarro [Forte/Redinha].
A sociedade cobra os resultados desses escândalos que envolvem dinheiro público. A lentidão da Justiça leva a que o cidadão perca as esperanças de que os culpados serão punidos. Sabe-se que muitos casos no Brasil, pela demora com que são tratados, acabam prescrevendo devido ao longo tempo nas investigações e as brechas deixadas nas leis que facilitam o trabalho de advogados dos acusados.
Espera-se, no entanto, que isso não venha a ocorrer no Rio Grande do Norte, onde esses escândalos não são tão antigos assim – caso do foliaduto que está parado à espera do julgamento de um habeas corpus impetrado pelo ex-secretário chefe do Gabinete Civil do governo do estado, Carlos Faria, junto ao STJ [Superior Tribunal de Justiça] para não ter que depor.
A propósito, quando será que o TCE [Tribunal de Contas do Estado] vai apreciar e votar o relatório produzido pelos inspetores do Ministério Público Especial junto à Corte, sobre a folha de pagamento “fantasma” encontrado na Câmara Municipal de Natal. O trabalho dos inspetores já foi concluído há alguns dias, e até agora nada.
Barbosa, você está esquecendo do escândalo da propaganda no primeiro governo de vilma. E o esquema montado pelo marqueteiro Alexandre Macedo. Aliás, por onde andam Rinaldo Reis, Afonso Ligório e outros antigos paladinos da moralidade? Será que já arranjaram algum patrocÃnio do Governo?