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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira (26) uma versão editada do documento que o órgão usou para obter a aprovação judicial para fazer buscas na residência do ex-presidente Donald Trump na Flórida, no início do mês.
Do documento de 32 páginas, 23 foram bastante censuradas para preservar informações sensíveis, sendo que 11 foram totalmente ocultadas. Isso foi feito para proteger a investigação, que ainda não foi concluída.
O que o documento revela
De acordo com a mídia americana, mesmo com os parágrafos censurados, é possível saber que:
Representantes do Departamento de Justiça reforçaram que a identidade de parte das testemunhas considerada em risco precisa ser protegida: “Antes de tudo, o governo deve proteger a identidade das testemunhas a essa altura da investigação e garantir a segurança delas”.
Essas testemunhas, se tiverem suas identidades reveladas, estão sujeitas a retaliação, intimidação ou assédio —inclusive ameaças físicas; os riscos não são hipotéticos nesse caso, afirmou o Departamento de Justiça.
Reação de Trump
Trump publicou um texto na Truth Social, a rede social dele: “Declaração com muitos trechos ocultados! Nada mencionando ‘nuclear’, um subterfúgio total de relações públicas do FBI e Departamento de Justiça”. O juiz nunca deveria ter permitido o “arrombamento” de sua casa, afirmou Trump. Ele acusa o juiz de odiá-lo.
Carta do advogado de Trump
Junto também foi divulgada uma carta do advogado de defesa de Trump, Evan Corcorcan, que escreveu ao departamento em 25 de maio para reclamar da investigação do Departamento de Justiça.
A divulgação desta sexta já era esperada, já que segue uma determinação da Justiça norte-americana de quinta-feira (25), e lançam mais luz sobre as evidências que justificaram a busca sem precedentes – Trump, ao deixar a presidência, levou da Casa Branca centenas de documentos confidenciais e de propriedade estatal.
O Departamento de Justiça – o equivalente a um Ministério da Justiça – era contra essa divulgação, que, para o órgão, coloca em risco uma investigação criminal em andamento, além de revelar informações sobre testemunhas e tornar públicas técnicas de investigação.
Em 8 de agosto, para recuperar parte desses papéis, o FBI fez uma operação de busca e apreensão na casa de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida, que foi revelada pelo próprio ex-presidente.
O que se sabe sobre a operação?
Na noite do dia 8 de agosto, o ex-presidente Donald Trump, dos EUA, publicou uma nota na qual afirmava que um grupo de agentes do FBI fazia uma operação em sua casa de Mar-a-Lago.
Não foi uma invasão a força, já que o FBI avisou o Serviço Secreto, que protege o ex-presidente, antes de chegar, de acordo com a rede NBC. Lá dentro, passaram horas revistando a residência. Abriram, inclusive, uma caixa forte.
O mandado de busca autorizou agentes do FBI a apreender materiais da residência de Trump em Mar-a-Lago para investigar crimes relacionados à Lei de Espionagem, que proíbe a retenção não autorizada de informações de segurança nacional que possam prejudicar os EUA ou ajudar um adversário.
Junto ao mandado, foi divulgado um inventário do que foi apreendido pelo FBI em Mar-a-Lago: 11 conjuntos de documentos confidenciais, entre os quais havia quatro que eram ultrassecretos e três secretos.
Foto reproduzida da Internet
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